Dia do Sexo: Especialistas explicam como o sexo pode beneficiar a saúde do corpo e da mente

Na próxima segunda (6) é comemorado o Dia do Sexo.  A data é vista por muitos como uma oportunidade para deixar a imaginação fluir e experimentar novas aventuras amorosas e fantasias. E a atitude tem total embasamento científico. De acordo com estudos, o sexo rejuvenesce, queima calorias, aumenta o rendimento no trabalho, combate o mau humor, a tensão, o estresse, eleva a autoestima, e melhora a memória.

Segundo o neurologista e professor do curso de Medicina da UniFTC, Émerson Bernardo Gomes, a excitação sexual e o orgasmo estimulam a liberação cerebral de uma série de hormônios e neurotransmissores associados à sensação de satisfação e que também tem efeitos analgésicos, além de contribuir com a formação de novos neurônios (neurogênese) e, também, estimular o crescimento de células dendríticas – responsáveis pela identificação de infecções e desenvolvimento de resposta imune.

“Por muito tempo acreditava-se que, após formado, o cérebro não era mais capaz de criar e estabelecer novas conexões. No entanto, cientistas descobriram, em 2010, que a atividade sexual estimula áreas cerebrais associadas ao aprendizado e à capacidade cognitiva e esses estímulos afetam positivamente o desenvolvimento dos neurônios e outras células do sistema nervoso”, diz o neurologista, reforçando que pessoas que se relacionam sexualmente com frequência apresentam menos sintomas depressivos ou de ansiedade.

De acordo com Émerson, os benefícios da relação sexual podem ser sentidos, inclusive, no sono. “O sono pós-sexo é melhor e mais eficaz. Ele dá disposição e aumenta o desempenho físico no dia seguinte, criando uma sensação generalizada de bem-estar. Os hormônios produzidos durante a relação continuam agindo nos dias seguintes”, afirma o especialista.

Mas não ache que as vantagens para a saúde param por aí. A cardiologista e, também, professora da UniFTC destaca que a relação sexual faz bem ao coração. “Durante a relação sexual, existe um aumento breve do trabalho cardíaco e da pressão arterial. Manter uma vida sexual eficiente ajuda a proteger o coração e até aliviar dores”, explica ela.

Alimentos podem contribuir para aguçar a libido

Pensar bem na alimentação pode ser um bom começo para estimular o desejo sexual. Segundo a coordenadora do curso de Nutrição da UniFTC de Juazeiro, Sibery dos Anjos, um estilo de vida sedentário e alimentação inadequada podem desenvolver fadiga e indisposição, diminuindo a libido.

“Acredita-se que a libido baixa pode estar ligada à falta de vitaminas e alguns minerais, como vitamina E, Zinco e Selênio, que trazem a sensação de bem estar, fazendo com que o apetite sexual seja estimulado tanto em homens como em mulheres”, afirma a nutricionista.

Amendoim, amêndoas, castanhas, vegetais folhosos, gema de ovo, são alguns dos alimentos ricos em Vitamina E. Já proteínas animais, leite e derivados, crustáceos, cereais e chocolate amargo são fontes de Zinco. O Selênio é facilmente encontrado em alimentos como feijão, aveia, farinha de trigo, arroz e pão.

Sibery destaca que essas substâncias podem ser ingeridas individualmente ou adicionadas nas refeições habituais, pois facilmente passam despercebidas. Além disso, acrescentam sabor e valor nutritivo às refeições. “Mas, o que realmente importa é o quanto de fantasia se coloca nos alimentos”, afirma a especialista.

Universo da sedução em expansão

Além da ingestão de alimentos que estimulam o desejo sexual, existem outras formas de aguçar os hormônios relacionados ao prazer. O segmento erótico oferece várias opções para apimentar a relação, como óleos, pomadas, géis beijáveis e acessórios.

O setor disparou as vendas nos últimos meses, indo na contramão da crise econômica mundial, agravada pela pandemia da Covid-19. É o que conta Mary Leal, empreendedora do ramo desde 2014. “Mulheres, homens e casais começaram a aproveitar os atendimentos online dos sex shops e nós aproveitamos a oportunidade para fazer lives, já que as pessoas estavam todas conectadas aos seus smartphones. De março de 2020 para cá, o mercado erótico bombou, com vendas de acessórios, cosméticos sensuais e lingeries”, afirma ela.

Mary acompanha a evolução do ramo. Quando começou, levava as informações sobre os produtos e suas funções de porta em porta. Em 2018, passou a integrar uma das maiores empresas da categoria, e hoje busca contribuir fortalecendo relacionamentos: “Muitas empresas solicitam treinamentos e me tornei especialista na área, promovendo consultorias em saúde e educação sexual. Sou colunista de alguns jornais do sul da Bahia e tenho parceria com um dos maiores Sex Shops de Juazeiro e Petrolina”, conta a empreendedora.

Para comemorar o Dia do Sexo e tornar a data inesquecível, ela sugere uma massagem explorando todos os sentidos ou uma dança sensual. “Escolha uma delas, prepare o ambiente e surpreenda-se! Utilize velas e aromas, óleos para massagem, uma música como trilha sonora e tudo que achar interessante e que faça bem a você e ao seu ou sua parceiro ou parceira”, finaliza.

Covid: OMS alerta para variante identificada inicialmente na Colômbia

Em seu boletim epidemiológico semanal, a Organização Mundial da Saúde fez um alerta para uma das variantes do novo coronavírus encontrada inicialmente na Colômbia, em janeiro de 2021.

A variante B.1.621 foi batizada de Mu e classificada como variante de interesse, termo utilizado para designar tipos do vírus que devem ser monitorados por autoridades de saúde, com análise sobre risco para a saúde pública.

“A variante Mu tem uma constelação de mutações que indicam propriedades potenciais de escape imunológico. Dados preliminares apresentados ao Grupo de Trabalho sobre Evolução do Vírus mostram uma redução na capacidade de neutralização dos pacientes similar à registrada na variante Beta, mas isso ainda precisa ser confirmado por novos estudos”, diz o documento.

Desde o primeiro registro da variante, em janeiro deste ano, foram notificados casos esporádicos na Colômbia, com notícias de contaminações em outros países da América do Sul e da Europa.

Em agosto, foram informados casos por 39 países. Na Colômbia e no Equador, a incidência da variante cresceu, chegando, respectivamente, a 39% e 13%. “Mais estudos são necessários para compreender as características clínicas dessa variante”, recomendou a OMS.

A título de comparação, a variante Delta está em 170 países, a Beta em 141 e a Gamma em 91.

Edição: Maria Claudia – Agência Brasil

Pandemia: automedicação é cada vez mais comum e traz riscos à saúde

A pandemia da Covid-19 multiplicou práticas que já eram habituais na rotina do brasileiro – a automedicação e a indiferença a prescrição médica no consumo dos remédios se tornou uma constante durante esse período. Um dado que chancela essa afirmação consta no levantamento feito pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), mostrando que as vendas da hidroxicloroquina passaram de 963 mil em 2019 para 2 milhões de unidades em 2020. A Ivermectina teve um aumento ainda mais expressivo, chegando a 557,26%.

Segundo uma pesquisa do Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), os familiares, amigos, vizinhos e até mesmo os balconistas de farmácias são os que mais incentivam a automedicação. As estatísticas ainda apontam que 79% dos brasileiros com mais de 16 anos admitem já ter tomado medicamentos sem prescrição médica.

Os dados, alarmantes, refletem um cenário preocupante, onde geralmente muitas pessoas, na tentativa de prevenção ao vírus, optam por medicar-se seguindo indicação de amigos ou familiares, fazendo a compra de medicamentos sem prescrição médica. A prática, no entanto, pode trazer danos irreparáveis à saúde.

“A automedicação é extremamente grave e um problema de saúde pública. Essa cultura pode trazer danos como as reações alérgicas, intoxicações, internações e até morte. A posologia errada, inclusive, pode até desencadear danos irreversíveis”, ressalta a farmacêutica e professora do IDOMED, Talita Pinho.

Talita orienta as pessoas para os cuidados na pandemia, pois o uso indiscriminado de antibióticos divulgados durante esse período pode criar uma resistência dos micróbios e bactérias a esse tipo de medicamento, tornando esse agente ineficaz no combate a várias doenças.

Sobre o IDOMED – O IDOMED é um grupo que reúne 14 escolas médicas e consolida a tradição de mais de 20 anos de experiência nesse segmento acadêmico. Estamos presentes em todas as regiões do país, com mais de seis mil alunos e foco em excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada e conexão com a carreira médica. O grupo oferece programas de graduação, pós, especialização, residência médica e cursos de atualização. Está entre os líderes na incorporação de tecnologia educacional voltada à formação em Medicina.

Pfizer anuncia acordo para produção de vacinas da covid-19 no Brasil

A Pfizer e a BioNTech anunciaram hoje (26) a assinatura de uma carta de intenções com a farmacêutica brasileira Eurofarma para a produção de vacina contra a covid-19. A vacina será produzida no Brasil e distribuída em toda a América Latina.

De acordo com o comunicado das empresas, as atividades de transferência técnica, desenvolvimento no local e instalação de equipamentos começarão imediatamente. A Eurofarma vai receber o produto de instalações dos Estados Unidos.

A expectativa é que o laboratório brasileiro seja capaz de produzir 100 milhões de doses por ano, que devem começar a ser entregues em 2022.

A Eurofarma vai começar por meio deste acordo a terminar o processo de fabricação de nossa vacina no Brasil, o envase e a finalização no Brasil e para o resto dos países da América Latina”, destacou o presidente da Pfizer para a América Latina, Carlos Murillo em evento para a assinatura do acordo.

A vacina fabricada pela Pfizer/BioNTech, chamada de ComiRNAty, já está sendo aplicada no Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). Mas até então ela vinha do exterior pronta para aplicação.

Essa vacina utiliza uma nova tecnologia, com RNA mensageiro (mRNA). Segundo a Pfizer, esse tipo de vacina carrega o código genético do vírus que contém as instruções para que as células do corpo produzam determinadas proteínas. Ou seja, elas atuam introduzindo nas células do organismo a sequência de RNA mensageiro, que contém a receita para que essas células produzam uma proteína específica do vírus. Uma vez que essa proteína seja processada dentro do corpo e exposta ao nosso sistema imunológico, este pode identificá-la como algo estranho, um antígeno e criar imunidade contra ele.

O imunizante da Pfizer é aplicado em duas doses. No Brasil, a vacina  recebeu autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicada em adolescentes entre 12 e 17 anos. O imunizante da Pfizer é o único autorizado para essa faixa etária até o momento.

A vacina ComiRNAty é produzida pela Pfizer em parceria com a farmacêutica BioNTech, com sede na Alemanha. Ela é uma das principais marcas utilizadas atualmente na operacionalização do plano de vacinação contra a covid-19 no país.

Na entrevista coletiva de anúncio da parceria realizada no Ministério da Saúde, o titular da pasta, Marcelo Queiroga, ressaltou a importância da parceria para a capacidade de produção de vacinas do país e para a oferta de imunizantes contra a covid-19. “São indústrias privadas que se juntam no nosso país para desenvolver o nosso complexo industrial de saúde. Esse acordo vai fortalecer nossa capacidade de produzir vacinas e imunizar a população”, declarou o Queiroga.

Presidente Leninha Lima orienta assalariados rurais sobre liberação do trabalho para se vacinar contra a  Covid-19

Em encontros que vêm realizando nas empresas com os assalariados rurais, a presidente do STTAR (Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariados Rurais de Petrolina/PE), vem orientando a classe sobre as regras para que o trabalhador possa se imunizar contra a Covid-19. Vale frisar que os trabalhadores das empresas agrícolas da região, estão entre as categorias que não pararam de trabalhar desde março de 2020 quando foi decretada oficialmente a pandemia do novo coronavírus.

Em reuniões nas fazendas, Leninha tem pontuado as condições para o trabalhador se imunizar, ressaltado o direito à liberação do trabalho para que possa tomar sua dose, primeira e segunda. A liberação integra a cláusula sobre a Covid da Convenção Coletiva do Trabalho unificada do ano de 2021.

A presidente ressalta que a classe tem direito ao período ou ao dia abonado, caso necessite, quando tiver seu agendamento confirmado para ir se vacinar contra a doença.

“É um direito presente em nossa convenção coletiva deste ano. As empresas são obrigadas a abonar o dia do trabalhador que precisar se ausentar para tomar a vacina”, frisou Leninha.

A presidente completa que se o trabalhador precisar somente do horário agendado para a imunização, também tem a cobertura da convenção coletiva para se ausentar.

“Ele vai, toma a vacina e retorna ao trabalho, Se for o caso de precisar do dia trabalhado, também tem esse direito de ter o dia abonado”, reforçou a dirigente.

CAMPANHA

O direito  de abonar o dia ou período para que o trabalhador possa se ausentar e tomar a vacina contra a Covid-19, é uma conquista que tem contado com a sensibilidade da classe patronal que sabe da importância do funcionário trabalhar protegido, seguindo as medidas sanitárias e assim, evitar baixas no trabalho.

Diante da classe não ter parado em nenhum momento da pandemia, Leninha lembra que o STTAR criou a campanha VACINA JÁ que tinha como objetivo colocar a categoria nos grupos iniciais do plano nacional de imunização, o que não foi garantido.

“Nós, assim como profissionais de saúde, de supermercados, postos de gasolina e do transporte, não paramos, ficamos expostos esse tempo todo e continuamos, já que a vacina é escassa. Por isso realizamos a campanha para que a nossa classe trabalhadora fosse incluída como prioridade na imunização. Entretanto, esse direito nos foi negado, mas nossa luta continua. Apesar da faixa etária da população vir avançando com a vacina, a aplicação das doses ainda é lenta, sem a agilidade necessária, até porque não tem vacina para todos como deveria, e isso preocupa sempre, diante desta doença que tantas mortes e tristeza tem causado”, concluiu Leninha Lima.

Por: Agência Comunicação – Imprensa do  STTAR Petrolina

Saiba detalhes sobre as principais variantes da Covid-19 que estão circulando no Brasil e no mundo

POR: Dr. Luiz Werber-Bandeira, docente do IDOMED e Chefe de Serviço de Imunologia da Santa Casa do Rio  

Rio de Janeiro – Agosto 2021 – Segundo informações da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), a probabilidade de um vírus sofrer mutação aumenta quando ele está circulando, amplamente, em uma população, causando assim diversas infecções. Daí quanto mais um vírus se espalha, mais ele tende a se replicar, trazendo mais probabilidades de sofrer mudanças: as chamadas mutações. Grande parte destas mudanças virais têm pouco ou quase nenhum impacto na capacidade do vírus de trazer infecções e doenças. Contudo, isso dependerá de onde estas alterações serão localizadas no material genético do vírus. Elas poderão mudar as propriedades de um vírus com relação à transmissão (podendo se espalhar menos ou mais facilmente) e à gravidade (causando mais ou menos doenças graves). Atualmente, as cepas mais preocupantes são a Alfa (originária do Reino Unido); a Beta (da África do Sul); a Gama-P1 (Manaus-Brasil) e a Delta (da Índia).

“A cepa indiana já é encontrada em mais de 60 países e é uma das que mais preocupam os cientistas e infectologistas do mundo inteiro. A variante Delta possui duas mutações na proteína S, o que facilita a entrada na célula, portanto o vírus desta variante além de mais transmissível é mais infectante. Ela é mais contagiosa-transmissível que a cepa original do SARS-COV-2. Lembrando que a cepa original funciona da seguinte forma: 1 pessoa transmite para 2 outras, já a cepa Delta (indiana) chama a atenção, pois 1 pessoa consegue transmitir para outras 6 pessoas. Por conta disto, todos os brasileiros e também os cidadãos de todo o planeta devem redobrar a atenção, usando máscara, álcool em gel e evitar locais aglomerados. A maior agressividade desta cepa ainda permanece em estudos, porém, vale enfatizar que as vacinas são eficazes contra todas as cepas”, comenta Dr. Luiz Werber-Bandeira, infectologista e docente do IDOMED.

De acordo com o especialista, 66% dos infectados na cidade do Rio de Janeiro estão com a cepa indiana e, em todo o Brasil, o percentual pode ser maior pela vigilância genômica ainda deficitária. Para ele, a variante Delta é mais perigosa, pois age de forma silenciosa.

— A pessoa infectada pode apresentar sintomas leves, mas pode passar despercebida e ser transmitida sem que o receptor saiba que está infectado, contaminando familiares e amigos, de maneira involuntária — opina o Dr. Luiz Werber-Bandeira.

Na visão do especialista, as vacinas protegem de hospitalização, casos graves e morte. Enquanto a máscara protege contra à transmissão para nosso interlocutor, quer seja em casa, no trabalho ou em qualquer outro ambiente. A maioria dos indivíduos que foram vacinados duas vezes com a vacina mRNA (Pfizer) mantém, comprovadamente, anticorpos e funcionais contra à proteína S por 6 meses e contra o coronavírus beta-COVID-19.

A infecção e mutação Delta do vírus está diretamente associada ao percentual ainda não suficiente de pessoas vacinadas com duas doses. O que é preocupante. E também, mesmo as pessoas vacinadas que se sentem imunes e que deixam de realizar os cuidados básicos com higiene das mãos e máscaras podem transmitir o vírus delta para outras pessoas não vacinadas. Há relatos da Fiocruz de que a vacina Astrazeneca induz uma proteção significante contra as variantes do Brasil já na primeira dose. A Fundação mostra 71% de efetividade na primeira dose e 92% na segunda dose, evitando hospitalizações e casos graves. Dados de trabalhos realizados no Canadá demostraram que a Astrazeneca apresenta 88% de efetividade contra a variante Delta, após a primeira dose, diminuindo os casos de hospitalizações e mortes. Já a vacina Coronavac demonstrou pelo Projeto S, em estudo clínico pelo Instituto Butantan, diminuição de 80%, evitando 86% no número de internações e 95% no índice de mortes após a segunda dose.

Para o infectologista, a manutenção de intervalo entre primeira e segunda dose de 12 semanas poderia ser realizado e garantiria um maior número de pessoas vacinadas. A diminuição do intervalo dependerá do número de vacinas disponíveis, assim como a terceira dose ou reforço poderia ser realizado, porém, necessitamos que haja número suficiente de vacinas para imunizar, aproximadamente, 80% da população da brasileira e, assim, partiríamos para uma terceira dose de reforço. Algumas pesquisas relacionam à intercambialidade entre um tipo de vacina com outro tipo com a possibilidade de maior capacidade imunizante.

O fato de ter sido detectada a doença Covid-19 em indivíduos acima de 65 anos já vacinados com as duas doses poderia ser explicado, pelo menor cuidado de proteção individual, pela genética de alguns desses indivíduos ou até mesmo pelo fato de que eles foram os primeiros vacinados e, conjecturando, poderia estar diminuindo sua resistência imunológica à infecção pelo tempo das suas vacinações. Sendo assim, máscara previne a doença. A vacina não quer dizer que não se pode infectar com o vírus, mas pode significar que a possibilidade de doença leve seja muito mais provável, sem evoluir para gravidade e óbito.

O Dr. Luiz Werber-Bandeira reitera que a doença é inversamente proporcional à resistência e diretamente proporcional à força viral e o número de vírus que entramos em contato, portanto, mesmo vacinados, devemos manter os cuidados de higiene e usar máscara, diminuindo o número de vírus/carga viral que entraremos em contato.

Sobre o IDOMED – O IDOMED é um grupo que reúne 14 escolas médicas e consolida a tradição de mais de 20 anos de experiência nesse segmento acadêmico. Estamos presentes em todas as regiões do país, com mais de seis mil alunos e foco em excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada e conexão com a carreira médica. O grupo oferece programas de graduação, pós, especialização, residência médica e cursos de atualização. Está entre os líderes na incorporação de tecnologia educacional voltada à formação em Medicina.

O Brasil já tem 22,8% de sua população completamente imunizada contra a covid-19

O Brasil chegou nesta quinta-feira, 12, a 112.046.147 vacinados com ao menos a primeira dose contra a covid-19, o equivalente a 52,91% da população total. Ao mesmo tempo, 48.269.832 pessoas receberam duas doses ou dose única de vacinas anticovid, o que corresponde a 22,80% da população.

Nas últimas 24 horas, o País aplicou 2.119.203 doses de vacinas contra a doença. Ao todo, foram administradas 1.427.743 primeiras doses, 680.484 segundas doses e 10.976 doses únicas. Os dados foram reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Em termos proporcionais, São Paulo continua sendo o Estado que mais imunizou com primeira dose, com 64,76% dos habitantes parcialmente imunizados. Já o Mato Grosso do Sul tem a maior porcentagem da população completamente imunizada: 36,89%.

Profissionais do Hospital Materno Infantil de Juazeiro passam por curso de atualização para pós-parto

Os profissionais que trabalham no Hospital Materno Infantil de Juazeiro passaram, nesta terça-feira (10), por um curso de atualização sobre o melhor manejo em caso de hemorragias ocorridas em mulheres no período do pós-parto. O curso, promovido pela Maternidade, foi voltado para técnicos de enfermagem e enfermeiros da unidade.

A atualização foi ministrada pela enfermeira obstetra da unidade e instrutora regional da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)/MS, Paula Lins. “O treinamento estimula a prevenção, o diagnóstico e os cuidados no caso de hemorragias pós-parto e este tipo de atualização é importante para a equipe”, disse Paula Lins.

Durante o treinamento foi abordada a importância das intervenções de forma imediata em possíveis hemorragias. “Cada vez que salvamos uma mulher também salvamos uma família e uma comunidade”, destacou a enfermeira obstetra do Hospital Materno Infantil de Juazeiro.

Texto: Amanda Franco – Assessora de Comunicação Sesau PMJ

Petrolina baixa faixa etária de vacinação para 25 anos e abre agendamento nesta quarta-feira 11

A Prefeitura de Petrolina recebeu, nesta terça-feira (10), uma nova remessa de vacinas contra o novo coronavírus. Chegaram ao município 5.860 vacinas para aplicação de primeira dose nas áreas urbana e rural. Com a força-tarefa da Secretaria de Saúde, garantindo o avanço da vacinação, será possível baixar a faixa etária para atender ao público a partir de 25 anos.

A plataforma estará aberta para agendamento no site vacina.petrolina.pe.gov.br, às 14h30, desta quarta-feira (11). A imunização acontecerá de sábado (14) a segunda-feira (16), das 9h às 17h. Os públicos pertencentes às forças armadas; caminhoneiros; trabalhadores da indústria e da construção civil; e trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, irão seguir o critério por faixa etária, ou seja, para receber a vacina devem ter 25 anos ou mais.

Pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas e indígenas entre 18 a 59 anos, também precisam realizar o agendamento na nova plataforma, porém, terão o polo do SESC exclusivo para essa imunização. Pessoas acima de 55 anos não precisam agendar, um quantitativo de vagas será disponibilizado por dia no polo do SESC. Para os profissionais da Saúde e Educação, devido ao percentual elevado de imunizados, o agendamento será feito junto com as demais categorias.

Para receber a vacina, além do agendamento, as pessoas precisam portar documento oficial com foto, CPF ou cartão do SUS e comprovante de residência. No caso dos profissionais, é necessário apresentar ainda o contracheque ou declaração que comprove o vínculo empregatício. Já as pessoas com comorbidades, devem levar o laudo que comprove a doença.

Novos grupos prioritários

O município também passará a imunizar, a partir deste sábado (14), os adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades severas, para esse público será reservado o polo do Sesc. É necessário agendamento.

Pessoas com 18 anos e mais que irão viajar para o exterior para tratamento de saúde, transferência de emprego, pesquisador ou estudante em intercâmbio, com viagem agendada para o segundo semestre, também foram incluídas, desde o início da semana, nos grupos prioritários e já podem realizar o agendamento na plataforma.

Prefeitura de Petrolina muda plataforma de agendamento da vacina contra COVID-19 e orienta para novo cadastro

Após inúmeras reclamações, a Secretaria de Saúde de Petrolina anuncia nesta quarta-feira (4) a nova plataforma de agendamento para vacina Covid-19 para quem ainda não tomou a primeira dose.

O novo site tem maior capacidade para suportar a quantidade de acessos simultâneos, além de maior agilidade nas informações que serão repassadas em tempo real para o Ministério da Saúde. A troca de sistema foi necessária após a plataforma anterior apresentar diversos problemas.

No primeiro acesso, o interessado deve fazer um novo cadastro preenchendo alguns dados como nome completo, data de nascimento, CPF e endereço. As informações são simples e o cadastro dura menos de 5 minutos. O novo endereço é o  vacina.petrolina.pe.gov.br. Todas as pessoas acima de 18 anos que ainda não tomaram a vacina ou que tomaram apenas a primeira dose devem realizar esse novo cadastro. Quem já recebeu as duas doses do imuno não precisa realizar esse processo.

De acordo com a Secretaria de Saúde, o agendamento tem o objetivo de evitar filas e aglomerações e proporcionar maior comodidade para os usuários. “Além de evitar o desconforto e a espera de horas, o usuário poderá agendar sua vacina mais perto de casa. Em contrapartida, isso vai ajudar na logística, na organização da entrega das doses e na agilidade das aplicações, sem aglomerações”, afirma a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro.