Em Petrolina, idosos com 65 anos ou mais receberão a segunda dose da Coronavac nesta segunda-feira

Petrolina continua avançando na vacinação contra a COVID-19. Nesta segunda (24) e terça-feira (25), será a vez dos idosos com 65 anos ou mais receberem a segunda dose da CoronaVac. Para ser vacinado é necessário portar um documento oficial com foto e o cartão de vacinação.

As equipes estarão em cincos pontos de vacinação das 8h às 17h. Os pontos fixos são: SESI, na Vila Mocó; Centro do Idoso Vó Pulú, na Vila Eduardo; CMEI do João de Deus e Escola Municipal 21 de Setembro, no José e Maria. Já por meio drive-thru, a equipe estará na Avenida principal da Vila Eulália.

Idosos abaixo desta faixa etária precisam aguardar a chegada de novas doses e o comunicado da Secretaria de Saúde com as datas e locais que receberão o reforço da vacina.

IDOMED reúne 14 escolas Médicas e combina alta tecnologia a práticas humanizadas em prol da formação médica

20 de maio de 2021 – Formado pela união das escolas de Medicina da Estácio, FAMEAC, FAPAN e UniFacid, o IDOMED é criado para consolidar a tradição e inovação de uma operação com 14 unidades localizadas em todas as regiões do País. Excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada, com um amplo ecossistema de plataformas virtuais e de conteúdo digital (vídeo aulas, casos clínicos comentados, simulados etc.) e conexão com a carreira médica são os quatro pilares do grupo, que também vai contribuir para que cada vez mais jovens tenham a oportunidade de ingressar no curso que irá capacitá-los para exercer, mais do que uma profissão, sua vocação.

Um dos elementos de forte diferenciação é a orientação a aulas práticas e a inserção dos alunos na rede de Saúde ao longo de sua formação. O ensino IDOMED tem mais de 60% da carga horária do curso entregues por meio de atividades práticas. Mais de 130 unidades, como policlínicas, serviços de pronto atendimento e hospitais, formam a maior rede associada ao ensino médico do país. Dois eixos curriculares, em particular, estão orientados à inserção dos alunos em Unidades Básicas de Saúde, o que promove forte impacto também na qualidade do atendimento médico nas comunidades em que as escolas estão instaladas. Nos campi, essa orientação à prática é sustentada pelos laboratórios de microscopia, multidisciplinares e de anatomia, por exemplo, que permitem contato com modelos reais, sintéticos e virtuais.

A tecnologia aplicada oferecida aos alunos amplia a aprendizagem com treinamento em laboratórios de simulação realística, mesa de dissecação digital e laboratório de anatomia em realidade 3D – em suas versões mais modernas do mercado. Esses elementos são fundamentais para o desenvolvimento de prontidão, a partir de treinamento em ambientes controlados, e da atuação nos mais variados níveis de complexidade, de simples suturas ao manejo de paradas cardiorrespiratórias.

“A base humanística dos médicos, que precisam ser preparados para desafios de todos os tipos em suas carreiras, anda de mãos dadas com questões-chave como atualização científica constante e uso intensivo de tecnologia. O IDOMED representa esse projeto acadêmico de sucesso que associa cuidado com tecnologia, tradição com inovação, formação científica com prática médica. O que estamos apresentando aos docentes, alunos e comunidade médica é a consolidação dessa abordagem exclusiva e diferenciada para o ensino de Medicina”, diz Silvio Pessanha, Diretor Nacional de Medicina do IDOMED.

Por fim, o IDOMED apresenta também o mais moderno sistema de conexão com a carreira médica, que é reunido sob o programa nacional IDOMED Carreiras. Hoje, ainda é comum que o médico conclua sua formação sem fundamentos sobre empreendedorismo, gestão e gerenciamento de carreira, ativos atuais importantes para os profissionais da área da saúde. Associados ao IDOMED Carreiras estão os programas de atividades extracurriculares, pesquisa e extensão, além de cursos de pós-graduação e especializações.

Pós-Graduação e Educação Continuada

O IDOMED possibilitará ainda o fortalecimento de todas as escolas integrantes no que diz respeito a programas de pós-graduação e de especialização médica. Somente em 2020, 18 novos cursos de especializações foram lançados, sempre em parceria com hospitais de referência, como, por exemplo, a Casa de Saúde São José e o Hospital Vitória, do United Health Group (UHG), ambos no Rio. As instituições do Idomed são credenciadas para ministrar cursos com chancela internacional de qualidade, como os da American Heart Association (AHA), referência global em pesquisa, ensino e emissão de protocolos em cardiologia e ressuscitação cardiopulmonar. Também estão em plena expansão os programas de residência médica ofertados pelas escolas do grupo, que são credenciados pelo MEC. Atualmente, estão em operação nas unidades de Alagoinhas (BA), Jaraguá do Sul (SC), Juazeiro/BA e Angra dos Reis (RJ), também parceria com os principais hospitais da região.

Para os próximos meses, o grupo prepara o lançamento de novos produtos. Uma linha de desenvolvimento está voltada para a oferta de suporte teórico aos programas de residência médica. Também está sendo completamente reformulado o portfólio de cursos preparatórios para residência e provas de títulos para especialistas, outra demanda importante de mercado, que amplia o acesso à expertise do grupo a recém-formados de todo o país. Uma terceira iniciativa será a ampliação da abrangência dos cursos livres e de extensão, que visam permitir aos alunos alta performance em especialidades com demanda crescente no setor de saúde.

A simbiose entre o ensino tradicional protagonizado por um corpo docente com alta titulação e especialização, bem como as práticas presenciais e a alta tecnologia, incluindo os fatores potencializadores do ambiente digital, conforme destaca Pessanha, está alinhada às necessidades dos futuros médicos e dos pacientes. “O IDOMED é um divisor de águas na história da educação médica, considerando que nosso modelo de ensino permeia integralmente a vida acadêmica e profissional do aluno, que além da graduação, pode se especializar e realizar outros cursos em alguma instituição do Grupo, assim como contar com o apoio de áreas específicas para o direcionamento da sua atuação”, explica o Diretor Nacional de Medicina do IDOMED.

Sobre o IDOMED – O IDOMED é um grupo que reúne 14 escolas médicas e consolida a tradição de mais de 20 anos de experiência nesse segmento acadêmico. Estamos presentes em todas as regiões do país, com mais de seis mil alunos e foco em excelência no ensino, aprendizado prático, tecnologia aplicada e conexão com a carreira médica. O grupo oferece programas de graduação, pós, especialização, residência médica e cursos de atualização. Está entre os líderes na incorporação de tecnologia educacional voltada à formação em Medicina. Saiba mais: https://idomed.com.br/

Prefeitura de Petrolina convida gestantes e puérperas para tomar a 1º dose da vacina contra a COVID-19

A vacina da Pfizer/Biontech foi destinada a mais de cinco mil gestantes e puérperas de Petrolina e dos 17 municípios que compõem a 8º e 9º Regional de Saúde. A Prefeitura está convidando essas mulheres do município a tomarem a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Nesses últimos dois dias, foram vacinadas 250 pessoas desse público-alvo.

Para ser vacinado é necessário realizar um cadastro no site: vacinacaopetrolina.tisaude.com. Além disso, ao se dirigir ao polo para imunização é obrigatório portar um documento de identificação com foto, comprovante de residência e uma declaração atestando que faz parte deste grupo prioritário. A vacinação ocorre das 8h às 17h.

“A vacina da Pfizer precisa ser armazenada em uma temperatura de -20°C, nesta temperatura, a vacina tem uma validade de apenas 14 dias. Porém o município de Petrolina recebeu essa vacina no último sábado (15), como ela já estava há uma semana no Recife, o tempo que temos de administração dessas doses é até o dia 23 de maio. Com isso, convidamos essa população que procure os polos de vacinação para receber o imunizante o mais breve possível”, alerta a diretora de Atenção Básica, Lorena Andrade.

Pontos de vacinação de grávidas e puérperas: SESC, no Centro; Escola Municipal Luiza de Castro, no João de Deus. Já por meio de drive-thur, a equipe estará no estacionamento da Justiça Federal, próximo à Câmara de Vereadores.

Petrolina também é referência para o armazenamento e aplicação da vacina em gestantes e puérperas de outros municípios pernambucanos. Este público está sendo vacinado em pontos diferentes dos que estão abertos para as petrolinenses. Os locais são: posto Paizão, posto Asa Branca e Escola Municipal Eliete Araújo, na Vila Mocó.

Petrolina já aplicou 100% das doses recebidas de CoronaVac destinadas aos idosos com 67 anos ou mais

A Prefeitura de Petrolina já aplicou 100% das doses recebidas neste último final de semana, destinadas aos idosos com 67 anos ou mais no município. Em dois dias de vacinação, cerca de 1.300 idosos receberam a segunda dose do imunizante. Nesta terça-feira (18), não serão abertos polos de vacinação com a Sinovac/Coronavac.

Os idosos que ainda não tomaram a segunda dose da vacina devem aguardar que o Ministério da Saúde faça um novo repasse de doses. É importante lembrar que não há prejuízo quanto à resposta imunológica da vacina com a segunda dose aplicada após o agendamento previsto. O Ministério recomenda completar o esquema vacinal mesmo após o prazo estabelecido.

“A partir do momento que as doses chegam a Petrolina, realizamos a distribuição para os polos o mais rápido possível para iniciar a imunização. Sei que existem muitos idosos que estão ansiosos, mas devido à paralisação do Instituto Butantan, precisamos aguardar com paciência a chegada dessas vacinas” destaca a diretora de Atenção Básica, Lorena Andrade.

Covid-19: mais de 1,2 mil municípios ficaram sem vacina nesta semana

Nesta semana, 1.270 cidades brasileiras ficaram sem vacina contra a covid-19, informa a  nova edição de pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O número corresponde a 41,6% de 3.051 prefeituras consultadas. Em 1.758 municípios (57,6%) não houve falta de imunizante.Conforme a sondagem, 1.142 municípios informaram não ter recebido a segunda dose da vacina contra a covid-19 para aplicação na população, o que representa 89,9% dos que afirmaram ter passado pela ausência de imunizantes.

Desse total, 1.112 prefeituras ficaram sem a segunda dose da CoronaVac e 90 sem a segunda dose da Oxford/AstraZeneca. Na semana passada, 1.305 municípios relataram o problema da ausência de segunda dose e 322 informaram ter ficado sem a primeira.

Nesta edição, a CNM incluiu uma nova pergunta sobre a resistência de pessoas à vacinação. Entre as pouco mais de 3 mil prefeituras, 957 relataram essa tendência, ou 31,4% da amostra, enquanto 2.079  não mencionaram esse tipo de atitude, ou 68,1%.

Entre as localidades onde foi constatada resistência à imunização, 63,4% relataram maior dificuldade com o imunizante da Oxford/AstraZeneca e 33,5% com a CoronaVac.

Do total de prefeituras ouvidas, 1.846 relataram ter iniciado a vacinação de gestantes e puérperas, o correspondente a 60,5%; e 1.185, ou 38,8%, ainda não começaram a imunizar esse segmento. Em relação a pessoas com comorbidades, 2.533 (83%) já começaram a imunização neste público e 504 (16,5%) ainda não deram início ao processo.

Insumos e oxigênio

A possibilidade de desabastecimento de medicamentos do chamado kit intubação foi apontada por 559 cidades, o equivalente a 18,3% das consultadas. No levantamento anterior, o índice estava igual. O nome é dado a remédios para uso de suporte ventilatório de pacientes com covid-19, como anestésicos e neurobloquedores.

A possibilidade de ficar sem oxigênio para o atendimento aos pacientes com covid-19 foi manifestada por 225 prefeituras, o correspondente a 7,4% das entrevistadas, e 2.738 disseram não estar com essa preocupação (89,2% do total). Na edição anterior, o número de cidades com problema de abastecimento de oxigênio havia sido 208.

Medidas de restrição

Entre as prefeituras que participaram da sondagem, 2.050 (67,2%) informaram ter adotado alguma forma de fechamento ou restrição de horário das atividades não essenciais, e 987 (32,4%) disseram não ter lançado mão desse recurso durante a pandemia.

Edição: Nádia Franco – Agência Brasil

Anvisa autoriza uso emergencial de coquetel contra a covid-19

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (13) o uso em caráter emergencial de um novo coquetel de anticorpos para o tratamento de pacientes com covid-19. A área técnica e os diretores avaliaram que o uso combinado dos medicamentos Banlanivimabe e Etesevimabe, da empresa Eli Lilly do Brasil, para casos em estágios iniciais traz benefícios, ainda que permaneçam algumas incertezas.

Os anticorpos objetivam neutralizar o vírus antes que ele entre na célula. Conforme análise dos técnicos da agência, eles têm potencial de eficácia maior quando empregados conjuntamente do que no uso individual.

De acordo com as equipes de análise da agência, quando utilizados juntos, os dois medicamentos podem reduzir em até 70% a incidência da covid-19. Tal eficácia se daria em pacientes que ainda não tenham evoluído para quadro grave e tenham alto risco de progressão.

O termo “alto risco” envolve pessoas com condições de saúde como idade avançada, obesidade, doença cardiovascular, diabetes mellitus tipos 1 e 2, doença pulmonar crônica, doença renal crônica, doença hepática crônica ou imunossuprimidos.

A orientação é que a aplicação seja feita em hospitais, em razão da estrutura disponível e dos profissionais que realizam o procedimento. A Anvisa não indicou o uso em pacientes com quadros graves, situações em que o coquetel pode agravar o problema. Os remédios não poderão ser comercializados.

O uso emergencial foi autorizado por 12 meses. O tempo de espera para uso do coquetel, após aberto, não pode ser superior a 24 horas em ambiente refrigerado e sete horas em temperatura ambiente.

“Durante a emergência de saúde pública, a autorização emergencial é instrumento regulatório para fomentar tempestivamente opções terapêuticas mesmo em face de um produto em desenvolvimento clínico”, declarou a diretora Meiruze Freitas.

“A partir dos dados apresentados, os benefícios conhecidos e potenciais dos medicamentos quando utilizados em uso emergencial superam os seus riscos”, complementou o também diretor Alex Campos.

Incertezas

A indicação é que o coquetel seja aplicado a adultos. No caso de adolescentes, não houve comprovação de eficácia nos ensaios clínicos. A equipe técnica da Anvisa também apontou o que chama de “incertezas”, ou pontos não comprovados pelos documentos enviados pelo fabricante. Os técnicos defenderam a continuidade do monitoramento do uso do grupo de medicamentos para avaliar seus efeitos.

Entre as incertezas está a falta de ação contra a variante P1, existente no território brasileiro. “Isso gerou muita discussão na área porque a gente sabe que é uma variante significativa na nossa realidade. Muitas vezes o diagnóstico e teste para identificar a variante é mais limitado. Como essa associação de anticorpo mostrou resultados favoráveis, há incerteza de eficácia contra variante, mas ainda assim tem benefício plausível”, analisou o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes.

Este ponto foi considerado pelos diretores. “Ainda que haja pontos que não podem ser respondidos em sua totalidade, como a comprovação de eficácia clínica do produto contra a variante P1, é indiscutível o impacto que um medicamento que impede a progressão da doença pode trazer aos serviços de saúde”, concluiu a diretora Cristine Jourdan.

Edição: Denise Griesinger – Agência Brasil

UNINASSAU sedia oficina promovida pelo Ministério da Saúde

A Faculdade UNINASSAU Petrolina foi escolhida para sediar a 2ª Oficina de Implementação da Estratégia Zero Morte Materna por Hemorragia (0MMxH). Promovida pelo Ministério da Saúde, a capacitação é destinada aos profissionais envolvidos no atendimento de parturientes e puérperas. A formação acontece de 13 a 18 de maio, a partir das 08h.

De acordo com o Ministério da Saúde, os participantes são médicos (obstetras, não obstetras e residentes), equipe de enfermagem (enfermeiros obstetras e generalistas), profissionais das equipes de transporte e gestores (locais, municipais e estaduais), que atuam diretamente no cenário do parto, no serviço de referência Hospital Dom Malan – Petrolina/PE.

Sobre a UNINASSAU Petrolina ser a sede do evento, a Coordenadora Acadêmica da Faculdade, Victória Carvalho, destaca que “a instituição sempre abraçou e se preocupa com os assuntos relacionados a saúde da  população. Receber um evento do Ministério da Saúde demonstra o quanto a UNINASSAU se tornou referência na região. Contar com esses profissionais aqui e ter como proporcionar a realização desse evento é um orgulho muito grande”, afirmou.

No Brasil, de 1996 a 2018, entre os óbitos maternos com causas obstétricas diretas se destacaram: hipertensão (8.186 óbitos), hemorragia (5.160 óbitos), infecção puerperal (2.624 óbitos) e aborto (1.896 óbitos). Os dados, do mês de maio de 2020, são do Boletim Epidemiológico da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde.

Anvisa pede suspensão imediata de vacina da AstraZeneca para grávidas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota técnica na noite desta segunda-feira (10) recomendando a “suspensão imediata do uso da vacina Covid da AstraZeneca/Fiocruz em mulheres gestantes”.

A nota foi divulgada após confirmação de que o Ministério da Saúde investiga o caso de uma gestante no Rio de Janeiro, que morreu após ser imunizada com a vacina.

“O Ministério da Saúde informa que foi notificado pelas secretarias de Saúde Municipal e Estadual do Rio de Janeiro e investiga o caso. Cabe ressaltar que a ocorrência de eventos adversos é extremamente rara e inferior ao risco apresentado pela Covid-19”, diz a pasta comandada por Marcelo Queiroga em resposta à Folha de S.Paulo.

“Neste momento, a pasta recomenda a manutenção da vacinação de gestantes, mas reavalia a imunização no grupo de gestantes sem comorbidades”, diz ainda o texto, contrariando a Anvisa.

Reações à vacina
Na nota, a Anvisa indica a suspensão como “resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas Covid em uso no país”.

“O uso “off label” de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra Covid da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina sem orientação médica”, diz a agência, sobre a imunização de gestantes.

Apenas a Coronavac e a vacina Pfizer recomendam em bula a vacinação de gestantes sem recomendação médica.

Saúde distribui 1,12 milhão de vacinas da Pfizer a partir de amanhã

Na semana passada, o governo distribuiu o primeiro lote de vacinas da Pfizer com 1 milhão de doses.

De acordo com a pasta, a logística de distribuição das vacinas da Pfizer foi montada levando em conta as condições de armazenamento do imunizante. No Centro de Distribuição do ministério, em Guarulhos, as doses ficam armazenadas a uma temperatura de -90°C a -60°C.

Ao serem enviadas aos estados, as vacinas estarão expostas a temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de +2 a +8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

“Em função disso, o Ministério da Saúde orienta que, neste momento, a vacinação com o imunizante da Pfizer seja realizada apenas em unidades de saúde das 27 capitais brasileiras, de forma a evitar prejuízos na vacinação e garantir a aplicação da primeira e segunda doses com intervalo de 12 semanas entre uma e outra”, informou o ministério.

A vacinação contra a covid-19 começou no país no dia 18 de janeiro. Até o momento, contando com esse novo lote, foram destinadas a todas as unidades da Federação aproximadamente 75,4 milhões de doses de imunizantes.  Até este domingo (9), mais de 46,8 milhões de doses já foram aplicadas.

Edição: Fábio Massalli – Agência Brasil

Petrolina vacina mais de 15 mil pessoas contra a gripe H1N1

Está em andamento, desde o dia 14 de abril, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Em Petrolina, todas as Unidades Básicas de Saúde estão realizando a imunização de crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes e puérperas (com até 45 dias pós-parto). A partir de agora, também estão inclusos os profissionais de saúde. Até esta quarta-feira (5), 15.949 pessoas já foram imunizadas. A vacina previne contra três tipos de vírus, a Influenza B, H1N1 e H2N3.

A Secretaria de Saúde recebeu 51.450 doses para imunização dos grupos pertencentes à primeira fase. “Estamos administrando estas doses em todas as unidades de saúde. Reforçamos que as pessoas pertencentes a este grupo, devem receber a vacinação no próprio posto de saúde, seguindo o horário de funcionamento da sala de vacina.  Na zona urbana, o atendimento é realizado nos dois turnos, e na zona rural, no período da manhã”, explicou a Diretora de Atenção Básica, Lorena Andrade.

Por a vacina contra a gripe não ter eficácia contra a COVID-19, a Diretora ainda esclarece: “Quem tomou a vacina contra o novo coronavírus, precisa aguardar um prazo de 14 dias para tomar a vacina contra a gripe ou qualquer outra vacina. Existe uma restrição para as pessoas que tiveram a COVID-19, elas precisam aguardar um prazo de 30 dias, do início dos sintomas, para assim, poder tomar a dose da vacina do H1N1. Estes esclarecimentos são necessários, uma vez que estamos com a aplicação destes dois imunos no município, é preciso conhecimento das pessoas para evitar aglomerações nas unidades de saúde”.

Para receber a vacinação contra gripe, os públicos necessitam portar documento oficial com foto, cartão de vacina, cartão SUS, já no caso dos profissionais de saúde é necessário levar documento que comprove sua atividade.