Durante a atividade, os estudantes participaram de palestras sobre a formação de cáries, orientações sobre escovação correta, aplicação tópica de flúor, além de momentos de descontração com teatro de fantoches, músicas, brincadeiras e desenhos. Ao final da ação, cada criança recebeu um kit de higiene bucal, com produtos da Colgate, para reforçar os cuidados em casa.Sorrisos e chocolate: ação de saúde bucal celebra a Páscoa com crianças em Petrolina
Durante a atividade, os estudantes participaram de palestras sobre a formação de cáries, orientações sobre escovação correta, aplicação tópica de flúor, além de momentos de descontração com teatro de fantoches, músicas, brincadeiras e desenhos. Ao final da ação, cada criança recebeu um kit de higiene bucal, com produtos da Colgate, para reforçar os cuidados em casa.‘Alepe Cuida’ amplia atendimento de saúde bucal e contempla pacientes atípicos
O ‘Alepe Cuida’, programa da Assembleia Legislativa de Pernambuco voltado para atendimentos gratuitos de saúde e cidadania, terá um serviço especial direcionado para pessoas com deficiência. O ‘Odontologia Inclusiva’ será realizado em parceria com os municípios, instituições públicas e privadas, e percorrerá o Estado nos moldes do que a Assembleia Legislativa vem fazendo com o ‘Alepe Cuida’.
De acordo com a Superintendência de Saúde e Medicina Ocupacional da Alepe, o ‘Odontologia Inclusiva’ atenderá as necessidades de acordo com a demanda do município ou instituição solicitante, que definirá o público alvo. A ideia é atender 40 pacientes por dia, dadas as necessidades do grupo de pacientes contemplados pelo programa. O agendamento será realizado pelas entidades parceiras ou pela central telefônica da Alepe, garantindo ao usuário a melhor forma de acesso.
A decisão da Alepe em criar um programa específico para tratamento de saúde bucal voltado para pacientes atípicos surgiu após participação da Casa na 7ª edição do encontro promovido pelo Grupo Fazendo Acontecer, realizado no mês de março. Formado por mães de pessoas com Síndrome de Down, o grupo promove a inclusão, combate o capacitismo e busca garantir direitos e cuidados com a saúde desta população. O encontro marcou as comemorações do Dia Internacional da Síndrome de Down, que acontece anualmente no dia 21 de março.
A Assembleia Legislativa foi chamada a participar e atendeu de imediato à solicitação do Fazendo Acontecer. Profissionais do ‘Alepe Cuida’ se juntaram a importantes parceiros da iniciativa privada e da Prefeitura do Recife, disponibilizando serviços de odontologia ao público-alvo do encontro. Segundo a Superintendência da Saúde da Alepe, essa ação revelou a necessidade de expandir o tratamento especializado para todo o Estado, surgindo assim o “Odontologia Inclusiva”.
De acordo com o presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto (PSDB), a Assembleia segue firme no trabalho de ampliar a promoção de saúde para a população pernambucana, agora com atendimento odontológico destinado a pessoas atípicas.
“A iniciativa é marcada pela necessária inclusão deste público, com serviços especializados e ajustados à realidade dos municípios que serão atendidos pelo programa. Assim, com políticas pensadas para todos os segmentos, a Casa se conecta cada vez mais com a sociedade”, enfatizou Porto.
No Dia Mundial da Doença de Chagas, a Lafepe reitera seu empenho na produção para combater a doença no país
Neste 14 de abril, Dia Mundial da Doença de Chagas, o Laboratório Farmacêutico de Pernambuco (Lafepe) destaca sua atuação estratégica no enfrentamento de uma das doenças tropicais negligenciadas mais importantes da América Latina. O Lafepe é o único laboratório do Brasil que produz o benznidazol, medicamento essencial no tratamento da doença, e que integra a lista de medicamentos prioritários do Sistema Único de Saúde (SUS).
A Doença de Chagas ainda afeta mais de 1,2 milhão de brasileiros, segundo estimativas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), principalmente em regiões mais vulneráveis. Causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, transmitido pelo inseto popularmente conhecido como “barbeiro”, a doença pode levar a complicações cardíacas e digestivas graves. O benznidazol – produzido pelo Lafepe e distribuído para todo o Brasil pelo SUS – é atualmente o principal tratamento contra a doença.
“Produzimos o benznidazol com o compromisso de atender a uma demanda de saúde pública que exige responsabilidade e excelência. Como único laboratório nacional com essa missão, o Lafepe tem um papel estratégico não apenas para Pernambuco, mas para todo o país”, afirma o presidente do Lafepe, Plínio Pimentel Filho.
“Além de garantir o abastecimento do SUS, temos orgulho de contribuir com políticas públicas voltadas à atenção integral das doenças negligenciadas, como a Doença de Chagas. Essa é uma ação que impacta diretamente a vida de pessoas que, muitas vezes, vivem em contextos de grande vulnerabilidade”, acrescenta o presidente do Lafepe, Plínio Pimentel Filho.
Sobre o Benznidazol
O medicamento atua interferindo na síntese de proteínas do Trypanosoma cruzi, levando à morte do parasita e reduzindo a carga parasitária no organismo. Ele é fabricado no Lafepe em comprimidos de 100 mg e 12,5 mg, garantindo flexibilidade na dosagem, especialmente para crianças e pacientes que necessitam de ajustes individuais.
Doença de Chagas no Brasil
A Doença de Chagas afeta mais de 1,2 milhão de brasileiros, dos quais 70% desconhecem a condição. No cenário global, o número de infectados chega a 6 milhões, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), que utilizou indicadores do Sistema Único de Saúde (SUS) e fontes internacionais para a análise.
Apesar de ser amplamente conhecida, a enfermidade permanece na lista de doenças negligenciadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Sem acompanhamento médico, os infectados correm maior risco de desenvolver problemas cardíacos severos, como arritmias e insuficiência cardíaca, além de uma alta probabilidade de morte súbita. A doença também afeta outros órgãos, incluindo o esôfago e o intestino, comprometendo a qualidade de vida.
Causas e sintomas
A Doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, transmitido ao ser humano por meio do contato com fezes infectadas de insetos triatomíneos, conhecidos popularmente como “barbeiros”. A transmissão ocorre, geralmente, quando o inseto defeca próximo à pele lesionada ou às mucosas (olhos e boca) durante sua alimentação.
Os sintomas da Doença de Chagas variam de acordo com a fase da doença. Na fase aguda, que ocorre nos primeiros dois meses após a infecção, os sintomas incluem febre prolongada, inchaço no local da picada, fadiga, dor de cabeça, inchaço de linfonodos, dores musculares e aumento do fígado e baço. Já na fase crônica – registrada anos após a infecção, em pacientes não tratados – os principais sintomas são complicações cardíacas (arritmias, insuficiência cardíaca, aumento do coração, morte súbita) e complicações digestivas (aumento do esôfago, causando dificuldade para engolir, e aumento do intestino grosso, levando a constipação severa).
HU-Univasf realiza evento “Desmistificando o Autismo” em alusão ao Abril Azul
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Natália Wolmer – Médica Psiquiatra do HU-Univasf
- Bárbara Veloso – Pedagoga do HU-Univasf

Governo Raquel Lyra nomeia 1.179 novos profissionais de saúde para reforçar assistência aos pernambucanos

Bora Petrolina leva serviços de Assistência Social ao distrito de Izacolândia neste sábado
Hospital Municipal de Petrolina se destaca pelo atendimento humanizado e de qualidade

Izacolândia recebe pela primeira vez as ações do Bora Petrolina
Na Saúde, será possível ter acesso a exames de rotina e especializados, consultas com médicos especialistas, aferição de pressão arterial e glicemia, atendimento odontológico, serviços da Farmácia no Interior e o exame de ecocardiograma. Na área do social, a população vai contar com atualização das informações do Cadastro Único inclusão de novos beneficiários. emissão da Identidade Jovem (ID Jovem), emissão da carteirinha de identificação da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CIPTEA Municipal) e o cartão de prioridade para pessoa com Fibromialgia.Organização de Procura de Órgãos do Hospital Dom Malan em Petrolina faz novas captações
Nesta sexta-feira (28), a Organização de Procura de Órgãos (OPO) do Hospital Dom Malan, pertencente à rede estadual de saúde em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, fez a captação de rins de uma doadora. A captação aconteceu dentro da própria unidade de saúde, e foi realizada pela equipe da OPO composta por seis enfermeiros, que são os responsáveis por identificar e viabilizar potenciais doadores de órgãos e tecidos. “ Tudo é feito de forma, ética, humanizada e transparente, depois de exames rigorosos realizados pela equipe médica para confirmar o diagnóstico, seguindo todos os protocolos exigidos pelo Ministério da Saúde. Somente depois de confirmada a morte encefálica, nossa equipe conversa com a família, respeitando o momento de luto, dando apoio emocional, esclarecendo as dúvidas sobre a possibilidade de doação,” explicou a enfermeira gerente da OPO do HDM Ismep, Elianni Damásio.
Os órgãos captados Organização de Procura de Órgãos (OPO) do Hospital Dom Malan, a organização entra em contato com Central de Transplantes do Estado para garantir que os órgãos possam ser captados e transplantados dentro do tempo adequado, beneficiando pacientes que aguardam na fila de transplantes no estado de Pernambuco.
Somente este ano, foram realizadas 16 captações de doadores de órgãos pela OPO em Petrolina. Em 2024, a OPO do HDM Ismep acompanhou 205 pacientes nos hospitais públicos e privados, destes, 77 tiveram morte encefálica. Foram 19 cirurgias de captação de órgãos e 61 órgãos doados, ajudando assim, a reduzir a lista de espera por transplante no estado.
Assessoria de Comunicação do HDM / ISMEP
Inalação do vapor de gasolina causa câncer e ameaça frentistas
A inalação do vapor de gasolina automotiva causa câncer de bexiga e leucemia mieloide aguda em pessoas adultas, segundo estudo publicado pela Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC) na revista The Lancet Oncology.
cancA exposição a esse gás afeta principalmente os que trabalham diretamente com o combustível, seja na produção, transporte e reabastecimento de automóveis. Entre os profissionais de maior risco, estão os frentistas dos postos de combustíveis, e a Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (Fenepospetro) reivindica que é urgente a adoção de medidas eficazes para proteger a saúde desses trabalhadores.
Em nota, o secretário de saúde da entidade, Eduardo Silva, diz que os trabalhadores têm se mobilizado para que os postos de combustíveis adotem sistemas de recuperação de vapores nas bombas, para reduzir a inalação de vapores tóxicos. E que tanto a Fenepospetro quanto os sindicatos dos frentistas do país têm lutado em defesa da saúde e da segurança dos trabalhadores.
“É urgente que sejam reforçadas políticas públicas e normas de segurança ocupacional para minimizar os riscos à saúde dos frentistas e da população em geral. A divulgação dessa nova classificação pela IARC deve servir como um alerta para a necessidade de medidas mais rígidas de prevenção e fiscalização”, publicou Eduardo.
Mais doenças
Segundo a pesquisa, há também evidências, mesmo que limitadas, de que a ocorrência de outros tipos de doenças podem ser relacionadas a essa intoxicação: linfoma não-Hodgkin (incluindo leucemia linfocítica crônica), mieloma múltiplo, síndromes mielodisplásicas (um grupo de doenças que afeta a produção de células sanguíneas na medula óssea), além de cânceres de estômago e rim em adultos. Além de leucemia linfoblástica aguda em crianças.
A gasolina é formada por uma mistura complexa de hidrocarbonetos e pode conter aditivos químicos, para melhorar o desempenho do combustível, reduzir as emissões de poluentes e aumentar a octanagem (a resistência à detonação do combustível).
Cinco desses aditivos foram identificados como tóxicos e cancerígenos: benzeno, cumeno, xileno, tolueno e etilbenzeno. ETBE (Éter etil terciário-butílico) e MTBE (Éter metil terc-butílico) apresentam evidências científicas limitadas quanto ao potencial de causar câncer em humanos. Já os compostos DIPE (éter di-isopropílico), TAME (Éter terc-amilmetílico) e TBA (Álcool terc-butílico foram classificados como não cancerígenos.
Proteção
Por meio de sua área técnica Ambiente, Trabalho e Câncer, da Coordenação de Prevenção e Vigilância, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) indica algumas atitudes para minimizar a exposição dos frentistas e outros trabalhadores do setor ao vapor da gasolina. Fernanda Nogueira, que responde pelo setor, listou as principais medidas:
- O abastecimento dos veículos deve ser limitado pelo sistema automático. Isto é, não se deve encher após o limite programado pela bomba. Pare ao ouvir o “click”;
- A inalação de produtos da gasolina é prejudicial à saúde. Nunca cheire a tampa do veículo antes de abastecer;
- O uniforme molhado de combustível pode intensificar a absorção de compostos nocivos presentes na gasolina. Comunique imediatamente ao seu empregador para que tome as providências necessárias para que o trabalhador troque sua vestimenta;
- Os trabalhadores devem ter sua saúde constantemente monitorada, por meio da realização de exames médicos periódicos (clínico e bioquímico – sangue e urina) a fim de se avaliar precocemente possíveis alterações nos órgãos sugestivas de câncer;
- Utilizar adequadamente os equipamentos de proteção fornecidos pela empresa: luvas impermeáveis e máscaras são essenciais durante a coleta da amostra de combustível, retirada do caminhão-tanque, e, nos casos do uso da régua, para leitura manual dos tanques do subsolo.
Em relação às empresas que controlam os postos de combustíveis, as orientações do INCA são:
- Instalar sistema estruturado de recuperação de vapores nos bicos de abastecimento das bombas de combustíveis líquidos que contêm benzeno. Esse sistema capta e direciona os vapores para o próprio tanque de combustível do posto ou para um equipamento de tratamento de vapores.
- Atender à legislação vigente quanto à segurança e saúde dos trabalhadores, principalmente no que se refere a NR 20 e a NR 09;
- Realizar a manutenção periódica do bico automático das bombas de abastecimento;
- Implementar a utilização de peças protetoras contra respingo nas bombas de abastecimento e realizar a sua manutenção periódica. A utilização de paninho ou flanelas para contenção de respingos é proibida por lei;
- Implementar o leitor eletrônico nos tanques do subsolo, para eliminar a leitura manual com o uso da régua;
- Garantir aventais e luvas impermeáveis para os lavadores de carro;
- Garantir e monitorar o uso de luvas impermeáveis e proteção respiratória são essenciais durante a coleta da amostra de combustível, retirada do caminhão-tanque, e nos casos do uso da régua, para leitura manual (quando for o caso) dos tanques do subsolo;
- Oferecer curso de capacitação para todos os funcionários quanto aos riscos das atividades e às normas de segurança a serem adotadas no ambiente de trabalho;
- Fornecer gratuitamente uniforme completo (luvas, avental) e calçados de trabalho fechados, impermeáveis e adequados aos riscos, bem como garantir a higienização desses semanalmente.
A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para saber se algum procedimento ou norma de segurança será atualizado depois da publicação do estudo e das recomendações do INCA. Mas ainda aguarda resposta.
Fonte: Agência Brasil











