Dia do Cooperativismo é comemorado em Petrolina com doação para o Hospital Dom Tomás

O sétimo princípio do cooperativismo, que é a preocupação com a comunidade e o bem estar social, foi evidenciado em Petrolina – PE, no último sábado (02), com a doação de 12 ar-condicionados para o Dom Tomás (HDT), hospital de referência no tratamento de câncer no Vale do São Francisco. A ação, promovida por cooperativas regionais dos segmentos de saúde, agrícola e de crédito, marcou as comemorações do Dia Internacional do Cooperativismo.

De acordo com o diretor executivo do Sicredi Vale do São Francisco, Albérico Pena, a doação, que totaliza R$ 30 mil, será destinada aos leitos que farão parte da nova área de expansão do hospital. “Fortalecer o trabalho desta entidade que auxilia a população em vulnerabilidade social faz parte dos princípios cooperativistas e do propósito que norteia o Sicredi Vale do São Francisco”, ressaltou.

O presidente da Unimed Vale do São Francisco, Francisco Otaviano, também destacou a importância do Dom Tomás, enfatizando a necessidade da participação e apoio de toda a comunidade para o bom andamento dos trabalhos no hospital. “Acompanhamos de perto os esforços realizados pela equipe de saúde do HDT para oferecer assistência humanizada e integral aos pacientes com câncer e seus familiares. E, a cada dia, vibramos com as conquistas a exemplo da realização crescente de procedimentos em oncologia”, concluiu.

Alem do Sicredi e da Unimed Vale do São Francisco, participaram também da doação, as cooperativas Coopexvale, Copexfruit, Cerpel, Valexfruit, Coana e Sicredi Pernambucred. Segundo o diretor técnico-médico do hospital, Alan Ribeiro, a contribuição e o apoio das cooperativas é um estímulo para que a instituição continue atendendo mensalmente, a 1.500 pacientes em tratamento contra o câncer de 60 municípios do entorno de Petrolina, incluindo o norte da Bahia. São, ao todo, dois milhões de pessoas beneficiadas pela unidade, que é o principal hospital oncológico do Vale do São Francisco.

Celebrado sempre no primeiro sábado do mês de julho, a comemoração pelo Dia Internacional do Cooperativismo, em Petrolina, contou ainda com dinâmicas de grupo e oficinas sobre cooperativismo e solidariedade realizadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Pernambuco (Sescoop/PE). A entidade, que integra o Sistema S, é parceira das cooperativas no âmbito de iniciativas nas áreas de promoção social, formação profissional e monitoramento. O município, que fica no Sertão do São Francisco, representou, pela primeira vez, o estado de Pernambuco na campanha nacional Dia de Cooperar (Dia C). Considerado o maior movimento de voluntariado cooperativista do Brasil, o Dia C beneficiou mais de 5 milhões de pessoas, somente em 2021. Só em Pernambuco foram mais de 15 mil beneficiários com 20 ações realizadas pelas cooperativas pernambucanas.

Clas Comunicação e Marketing

Total de casos de varíola dos macacos no Brasil sobe para 37

O número de casos de varíola dos macacos (monkeypox) no Brasil chega a 37, segundo informações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro. A secretaria confirmou ontem o sexto caso no estado. Agora, são cinco ocorrências na capital e uma na cidade de Maricá, no Grande Rio.

Já Minas Gerais confirmou o seu primeiro caso, um homem com 33 anos, que esteve na Europa no período entre 11 e 26 deste mês. Segundo a Secretaria de Saúde mineira, trata-se de um caso importado.

“O paciente está estável, em isolamento domiciliar. Os contactantes estão sendo monitorados e, até o momento, não houve identificação de caso secundário”, informa a nota.

Segundo o Ministério da Saúde, São Paulo tem 28 casos confirmados. Somando-se os dois registros do Rio Grande do Sul e os do Rio, o Brasil chega a 37 casos.

Saiba o que é e como tratar a Esclerose Múltipla, a doença que ficou conhecida após acometer alguns famosos

Após o recente relato da atriz Guta Stresser – que participou da série “A Grande Família” por muito tempo na televisão – sobre seu quadro de saúde, a doença esclerose múltipla passou a ser um dos temas mais comentados nas redes sociais. Além dela, as também atrizes Claudia Rodrigues, Ana Beatriz Nogueira, Selma Blair e Christina Applegate são portadoras da mesma patologia. Para auxiliar a compreensão do assunto, o Dr. Silvio Pessanha Neto – neurologista/neurofisiologista e diretor executivo nacional do IDOMED (Instituto de Educação Médica) – informa que a Esclerose Múltipla é uma doença neurológica caracterizada por um processo inflamatório onde o sistema imunológico passa a não reconhecer estruturas do sistema nervoso como próprias e passa a agredi-las. O principal foco deste ataque imunológico é uma célula responsável pela produção de uma “capa protetora” dos prolongamentos dos nossos neurônios, equivalentes a “fios elétricos”, comprometendo as suas funções. As áreas mais afetadas são o cérebro e a medula espinhal. Por esse motivo, os sintomas mais comuns estão associados a anormalidades na visão e movimento dos olhos, dormências, fraqueza, rigidez muscular, disfunção urinária e sintomas cognitivos leves.

“Não há um agente causador reconhecido, sendo classificado como uma doença sem uma causa específica, mas existem fatores que aumentam o risco de desenvolvimento e gravidade da doença. Ter sofrido infecções virais severas; concentrações insuficientes de vitamina D por baixo grau de exposição a luz solar e ser tabagista, estão entre os principais fatores. Trata-se de uma condição mais comum nas mulheres, com idade de início variando de 15 a 60 anos, tipicamente de 20 a 40 anos, e costuma evoluir com surtos e remissões, ou seja, momentos de “crise” e outros sem ou com poucos sintomas. Em um grupo menor de pessoas, a condição pode já começar evoluindo com muitas sequelas ou passar para esse estágio progressivo no decorrer dos anos, principalmente se o paciente não estiver corretamente diagnosticado, acompanhado e medicado”, comenta Dr. Silvio Pessanha Neto.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, e Federação Internacional de Esclerose Múltipla, no Brasil aproximadamente 40 mil pacientes têm o diagnóstico de esclerose múltipla. Para adequada realização do diagnóstico, ao surgimento de qualquer um dos sintomas descritos anteriormente, o paciente precisa procurar um neurologista a realização de um exame físico neurológico minucioso, para descartar outras causas e solicitar exames complementares, caso necessário. O diagnóstico definitivo se baseia em resultados dos exames de ressonância magnética do crânio e da coluna, além do exame do liquor, que é o líquido que protege a medula espinhal e é coletado na região lombar.

Vale destacar que a maior incidência da Esclerose Múltipla em certas famílias e a presença de genes a ela relacionados, sugerem uma condição cuja predisposição ou suscetibilidade genética esteja presente. Como se trata de uma condição que não tem cura ou uma forma clara de prevenção, é muito importante observarmos e estabelecermos alguns cuidados para garantir que os pacientes tenham uma melhor qualidade de vida por mais tempo. A ciência mostrou que os mais importantes pilares neste sentido são a alimentação saudável e a realização de atividade física regular, além, obviamente, do diagnóstico precoce e de um acompanhamento neurológico contínuo e qualificado, buscando retardar as eventuais sequelas causadas pela doença.

Por Dr. Silvio Pessanha Neto, neurologista/neurofisiologista e diretor executivo nacional do IDOMED

Período Chuvoso: Prefeitura de Petrolina orienta sobre cuidados com a dengue

A Prefeitura de Petrolina faz um alerta para a população nesse período chuvoso, já que o ambiente fica propício para a proliferação do mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A secretaria de Saúde orienta que a população faça uma vistorias nos quintais afim de eliminar qualquer recipiente que possa acumular água.

“Nesse mês de junho, um mês que é marcado pelas chuvas intermitentes, a gente reforça o pedido de colaboração da população para que redobre os cuidados, uma vez que estudos apontam que 80% dos casos estão dentro das próprias residências”, destaca o diretor da Vigilância Epidemiológica, Acácio Andrade.

As medidas para o controle do mosquito transmissor das doenças devem ser permanentes, entre elas estão: manter recipientes fechados com tampas; as garrafas devem ser armazenadas com a boca para baixo; pneus e caixas d’água devem ser mantidos sempre cobertos; evitar o acúmulo de lixo; e trocar a água dos vasos de planta. Além disso, também é necessário ter atenção aos ralos domésticos, ambientes com água limpa e propícias a proliferação do mosquito.

Brasil registra terceiro caso de varíola dos macacos

O Brasil tem mais um caso de varíola dos macacos diagnosticada. Na noite desse domingo (12), o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul notificou uma ocorrência de “caso importado” da doença.

O diagnóstico foi confirmado laboratorialmente, no domingo, pelo Instituto Adolf Lutz de São Paulo. Trata-se de um paciente residente em Porto Alegre, do sexo masculino, 51 anos, que viajou para Portugal, com retorno ao Brasil no dia 10 deste mês.

“O paciente está em isolamento domiciliar, junto com os seus contatos, apresenta quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pelas secretarias de Saúde do estado e do município”, diz nota divulgada pelo Ministério da Saúde.

O ministério acrescenta que “todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de monkeypox [varíola dos macacos, em inglês], com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos, tanto nacionalmente quanto do voo internacional, que contou com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”.

Casos no país

De acordo com o ministério, no momento, o Brasil registra três casos confirmados, sendo dois em São Paulo e um no Rio Grande do Sul. Estão em investigação seis casos suspeitos. Todos seguem isolados e em monitoramento.

Edição: Kelly Oliveira – Agência Brasil

Petrolina ganha nova clínica para tratamento de dependentes químicos

Com experiência de mais de 10 anos atuando no tratamento clínico hospitalar de pessoas com dependência química, o Grupo Elo chega à Petrolina.

Trazendo a expertise da equipe de Gravatá, no Agreste de Pernambuco, o grupo trabalha de forma multidisciplinar, com profissionais que conhecem bem os transtornos da dependência química e suas consequências para o paciente e para os familiares. Médico clínico geral, psiquiatra, psicólogo, enfermeiro, terapeuta ocupacional, médico clínico geral, fisioterapeuta e nutricionista, que oferecem tratamento humanizado, buscando o bem estar do paciente que busca uma mudança de vida sem o uso de drogas.

“Sendo a primeira clínica hospitalar para o tratamento de dependentes e drogas psicoativas aqui na região, com certeza trará muitos benefícios tanto para os pacientes quanto para os familiares. Vai proporcionar a ressocialização dessas pessoas porque nós vamos estar perto, acompanhando a evolução do tratamento,” destacou o sócio proprietário da Clínica Elo Petrolina, Antonio Habib.

Elo Petrolina

A Clínica Hospital Elo está abrigada numa área de dois hectares e meio, aproximadamente 25 mil metros quadrados, às margens do Rio São Francisco em Petrolina. A chácara, cercada de verde, oferece infraestrutura diferenciada.
Com 600 metros quadrados de área construída, a clínica tem capacidade para receber 37 pacientes. São dois consultórios, recepção, administração, escritório, salão polivalente para cinema e eventos, piscina, área verde de jardim quadra poliesportiva.

A Elo de Petrolina funciona na Clínica Vida Serena, na Rodovia Centro Pedrinhas –Condomínio Recanto das Águas, Chácara Vida Serena, 620.O espaço fica aberto 24 horas de domingo a domingo.

Assessoria de Comunicação

Psicologia: ferramenta indispensável no tratamento da dependência química

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a dependência química como um estado psíquico e, às vezes, físico, decorrente do consumo de substâncias psicoativaspor um indivíduo. O uso, pode resultar em mudanças comportamentais e outras reações que levam à necessidade de consumo cada vez mais frequente. A Associação Americana de Psiquiatria reza em seu Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), que caracteriza a dependência química como um padrão mal adaptativo do consumo de substâncias, o que leva a algumdano clínico importante e que é acompanhado por elementos.

Consequências

A dependência química pode causar depressão, pois as drogas interagem diretamentecom o sistema nervoso central e, ao longo do tempo, podem provocar um desequilíbrio químico grave. Além disso, também há a dependência emocional da droga, vista algumas vezes pelo usuário como sua ‘salvação’. Os dependentes químicos têm “tolerância”. Para entender, eles acostumam à mudançano humor de usar drogas. Por causa da tolerância e do aumento da raiva esofrimento, usam drogas com frequência e de forma perigosa nesta fase dedesenvolvimento da doença.

A psicologia no tratamento

Por exigir muito dos outros e de si mesmo, a psicoterapia é uma ferramenta importante no tratamento da dependência química. O dependente acumula sentimentos negativos e muita ansiedade. A Síndrome de Abstinência quando ficasem a droga, produz frustração, aflição e sem a compreensão desses sentimentos, recorrer ao uso de drogas é o mais comum.“A contribuição da Psicologia no tratamento da Dependência Química visa possibilitar o equilíbrio biopsicossocial do paciente, objetivando ofortalecimento emocional, a compreensão e ressignificação de conflitos internose familiares, controlar níveis de ansiedade e melhor se encaminhar diante dasexpectativas do futuro. Elaborar seus sentimentos advindos do passado, quepodem influenciar o tratamento tanto a nível positivo, quanto negativo. É importante para a promoção das relações interpessoais e coletivas saudáveis, buscando o desenvolvimento de uma boa comunicação, um comportamento cordial,amigável e respeitável”, a explica a psicóloga do Grupo Elo Clínica Hospitalar, Elisangela Santos.

Na terapia, individual ou coletiva, o relevante é o fortalecimento dos vínculoscom a rede social que circula o paciente, de forma que este possa considerar ossentimentos dos outros e, também, validar os próprios. “Exercitar o pedidode ajuda, e ofertá-lo também, busca compartilhar as dificuldades, em meio aogrande grupo, e sempre que estiver desmotivado recorrer a ferramentas internas,como mecanismo de defesa e não mais utilizar as substâncias químicas como formade fuga da realidade ou para anestesiar seus sentimentos,” finaliza Elisangela.

Grupo Elo Clínica Hospitalar

A Clínica Hospitalar Elo tem o profissional de psicologia como parte da equipemultidisciplinar. Elo tem ampla experiência no tratamento de pessoas com dependência química.

O Grupo Elo está com uma nova clínica em Petrolina, trazendo a expertise daatuação no município de Gravatá, no Agreste de Pernambuco. O espaço é umachácara com infraestrutura de hospedagem, consultório, enfermaria, piscina,quadra de esporte de areia, num ambiente acolhedor e cercado de muito verde.A Elo de Petrolina funciona na Clínica Vida Serena, na Rodovia Centro Pedrinhas –Condomínio Recanto das Águas, Chácara Vida serena, 620.O espaço fica aberto 24 horas de domingo a domingo.

 Assessoria de Comunicação

Pacientes em tratamento do câncer recebem atendimento especializado em Petrolina (PE)

Quem luta contra o câncer na região do Vale do Submédio São Francisco passou a contar com o tratamento em um ambulatório específico de Cuidados Paliativos, que é ofertado no Hospital Dom Tomás (HDT), em Perolina, no Estado de Pernambuco. O Cuidado Paliativo é reconhecido como uma forma inovadora de assistência à saúde e ganhou, nas últimas décadas, espaço no Brasil.

O atendimento diferencia-se, fundamentalmente, da medicina curativa por focar no cuidado integral, através da prevenção e do controle de sintomas para todos os pacientes que tratam doenças graves.

O HDT é referência no tratamento do câncer na região e atende pacientes de municípios que integram a Rede PEBA, sigla que faz referência aos dois estados vizinhos, Pernambuco e Bahia. Atualmente, apenas pacientes atendidos no HDT passam pelos cuidados do ambulatório de Cuidados Paliativos. São pacientes diagnosticados, na maioria dos casos, tardiamente, que apresentam poucas chances de cura. No local, eles recebem um atendimento diferenciado, realizado por uma equipe multidisciplinar. 

O ambulatório, que funciona nas terças e sextas-feiras, é coordenado pelo médico Welberton Dias, especialista em Cuidados Paliativos e professor do curso de Medicina do IDOMED – Juazeiro, e conta com o apoio dos estudantes no atendimento aos pacientes. “A implantação do ambulatório no segundo semestre de 2021 trouxe mais conforto e uma atenção ainda maior para os pacientes que tanto precisam. Proporcionar aos nossos alunos de medicina esse contato, é ensinar na prática a importância do atendimento humanizado”, afirma o professor Welberton Dias.

Além do aprendizado no ambulatório, os estudantes também acompanham a área de cirurgia oncológica no hospital, acompanhados da médica e docente do IDOMED, Sandra Lodi. “Por meio da experiência de acompanhar as consultas e cirurgias de pacientes com patologias oncológicas, passíveis de tratamento cirúrgico, é possível dar a base que os alunos precisam aprender sobre o tratamento multiprofissional do paciente cirúrgico e com câncer”, completa a professora Sandra Lodi.

Refluxo Gastroesofágico: como identificar e tratar essa indigesta doença 

Já teve a sensação de incômodo e queimação na região do trato gastrointestinal logo após uma refeição? Esse sintoma pode ser sinal de uma das doenças mais frequentes na sociedade, a do refluxo gastroesofágico, que afeta aproximadamente entre 12% e 20% dos brasileiros, segundo dados da Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva e Neurogastroenterologia (SBMDN).

De acordo com os especialistas, sentir refluxo e azia mais de duas vezes por semana é um forte indício da doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). O médico-cirurgião do aparelho digestivo e coordenador da Faculdade de Medicina de Açailândia (IDOMED FAMEAC), Celielson Germano, explica que esse refluxo patológico proporciona todas essas sensações de incômodo, por direcionar o conteúdo gástrico para o esôfago, com uma intensidade capaz de produzir inclusive, inflamação na mucosa esofágica.

  Sintomas

O cirurgião aponta que os sintomas são variados e dependem de cada caso. Podem passar pela azia e queimação, dor no peito atrás do osso esterno, bolo na garganta quando o refluxo inflama a laringe, entre outros, que estão ligados a ingestão de alimentos mais difíceis de serem digeridos e que demandam mais tempo no estômago, como as massas e comidas mais pesadas, por exemplo.

“Nem todo mundo tem a tendência a ter refluxo, algumas possuem uma probabilidade maior, inclusive com a piora dos sintomas, principalmente em pacientes acima do peso ideal e para os consumidores de bebida alcoólica e usuários do tabaco”, diz Celielson, que ainda aconselha as pessoas evitarem alimentos ou bebidas como, café, comidas gordurosas e refrigerantes, que contribuem e provocam ainda mais os sintomas.

  Tratamento

A DRGE exige uma avaliação através de consultas e avaliações dos casos com o especialista, podendo ser um médico clínico geral, gastroenterologista ou pediatra nas situações que envolvem os bebês, para afastar outras possibilidades de doenças relacionadas ao refluxo.

  A doença não tem cura, mas tem controle. Essa melhora do quadro passa pela mudança dos hábitos alimentares e de vida, além da perda de peso, se necessária, acompanhada das demais indicações do especialista, que podem amenizar bastante os sintomas.

Dependência Química: existe luz no fim do túnel?

Quase 35 milhões de brasileiros sofrem de transtornos decorrentes do uso de drogas, segundo dados de 2019 do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). De acordo com outras pesquisas da OMS, cerca de 6% da população brasileira atual tem alguma dependência química. Isso totaliza um contingente de 12,4 milhões de pessoas.

As drogas mais consumidas no Brasil são o álcool e o tabaco. A maconha, a cocaína e seus derivados vêm em seguida. O país consome 18% da oferta mundial anual da droga, com 2,8 milhões de brasileiros, ou 1,4% da população, fazendo uso de um total de 92.000 quilos em 2010, segundo estimativas fornecidas pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime.

De acordo com o Manual de Diagnóstico e Estatístico (DSM), o sistema de classificação da Associação Americana de Psiquiatria para distúrbios psiquiátricos, uma pessoa pode ser considerada dependente se apresentar sinais e sintomas de abstinência, esforços infrutíferos para reduzir ou controlar o uso da substância ou atividades sociais, ocupacionais ou recreativas importantes abandonadas ou reduzidas devido ao uso de substâncias, entre outros fatores.

Existe luz no fim do túnel?
A pessoa que é considerada dependente química precisa de tratamento multidisciplinar. O objetivo dos profissionais como médicos, psicólogos e terapeutas, por exemplo, é restabelecer o equilíbrio do ser humano: biológico, psíquico, social e até mesmo espiritual.

As clínicas para dependentes químicos oferecem uma série de abordagens para o tratamento.

Grupo Elo Clínica Hospitalar
A Clínica Hospitalar Elo tem experiência no tratamento de pessoas com dependência química no município de Gravatá, no Agreste de Pernambuco, e vem buscando dar um novo estímulo para a vida de pessoas, através de tratamentos humanizados.

O Grupo Elo está com uma nova clínica em Petrolina. O espaço é uma chácara com infraestrutura de hospedagem, consultório, enfermaria, piscina, quadra de esporte de areia, num ambiente acolhedor e cercado de muito verde.

“A Clínica Hospitalar Elo conta com o trabalho de equipe interdisciplinar composta por médico clínico, médico psiquiatra, psicólogos, enfermeiros, técnico de enfermagem, nutricionistas, educadores físicos, fisioterapeutas, técnicos em dependência química e equipe de acompanhantes terapêuticos especializados. A atuação interdisciplinar promove um diálogo entre os campos de saber, garantindo aos pacientes um cuidado integral e que não reduz o sujeito a um único aspecto de sua vida, o compreendendo em sua totalidade nos aspectos biopsicosocioespirituais,” destaca a psicóloga Elisangela Santos.

A Elo de Petrolina funciona na Clínica Vida Serena, na Rodovia Centro Pedrinhas – Condomínio Recanto das Águas, Chácara Vida serena, 620.O espaço fica aberto 24 horas de domingo a domingo.

Assessoria de Comunicação