UPAE/IMIP de Petrolina promove momento de diálogo sobre o Setembro Amarelo

A Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina (UPAE/IMIP) está promovendo, através do setor de psicologia, momentos de diálogo sobre o Setembro Amarelo (campanha de combate ao suicídio) para os profissionais e colaboradores.

A iniciativa tem como objetivo desmistificar o tema e promover a saúde integral dos profissionais da saúde, com o foco na prevenção. “Mais do que nunca esse tem sido um momento importante para reforçarmos o assunto, visto que a pandemia mexeu bastante com todos, em especial com aqueles que estão na linha de frente”, destaca a psicóloga Tatiany Torres.

No início do isolamento social, foi montada na UPAE uma rede de apoio para os funcionários e colaboradores, que passaram a contar com o atendimento psicológico ambulatorial. “Sentimos a necessidade de oferecer esse suporte, pois nós profissionais da saúde precisamos estar bem para atender o paciente. É o tipo de cuidado que gera cuidado”, lembra a profissional.

“Atuamos logo na prevenção e foi uma decisão muito acertada”, defende Tatiany. Uma pesquisa realizada em Michigan e divulgado pelo Pine Rest Christian Mental Health Services, um hospital psiquiátrico e profissional de saúde comportamental, nos Estados Unidos, relatou que o suicídio aumentou em 32% durante a quarentena por causa da pandemia mundial causada pela Covid-19.

A insegurança e o sentimento de vulnerabilidade oriundos da pandemia, somados à instabilidade econômica, aumentou o número de casos de depressão no mundo. Em alguns países que já retomaram suas atividades econômicas, é possível encontrar milhares de pequenos empresários que faliram. Isso acaba afetando drasticamente a saúde mental das pessoas.

“Isso sem falar dos que perderam entes queridos, que se sentiram impotentes por não poderem salvar vidas, como no caso de alguns profissionais de saúde, e daqueles que tiveram que escolher a quem dar uma chance de sobrevida. São muitas as variáveis e a certeza de que a pandemia mexeu com a vida de todos. Então, nada mais oportuno do que dialogarmos sobre o assunto”, justifica.

Além dos momentos de conversa, a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes da UPAE, realizou, durante todo o mês, uma ação interativa com um mascote. “Todos os dias os profissionais ao entrarem no serviço se deparavam com frases motivacionais e eram orientados a procurar a ajuda, sempre que necessário. Acredito que o saldo foi positivo”, finaliza.

Anna Monteiro – Assessoria de Comunicação

Covid-19: Brasil acumula 4,4 milhões de casos e 134,9 mil mortes

O Brasil chegou a 4.455.386 casos de covid-19 desde o início da pandemia. Em 24 horas desde o boletim de ontem (16), foram registrados 36.303 novos diagnósticos positivos por infecção do novo coronavírus. 

Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta quinta-feira (17) . A atualização é formada a partir dos dados enviados por secretarias estaduais de saúde.

Boletim epidemiológico covid-19
Boletim epidemiológico covid-19 – Ministério da Saúde

Ainda conforme o sistema do Ministério da Saúde, as vidas perdidas para o novo coronavírus alcançaram 134.935 desde o início da pandemia. Entre ontem (16) e hoje (17), foram acrescidos às estatísticas 829 novos óbitos. Ontem, o sistema do Ministério da Saúde marcava 134.106 óbitos. Ainda há 2.396 falecimentos em investigação.

Hoje o Ministério da Saúde também divulgou o novo boletim epidemiológico da covid-19, segundo o qual o número semanal de casos caiu 30% e as mortes, 13% .

Ainda de acordo com a atualização, 567.369 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.753.082 se recuperaram.

Estados

Os estados com mais mortes são São Paulo (33.472), Rio de Janeiro (17.453), Ceará (8.774), Pernambuco (7.954) e Pará (6.421). As Unidades da Federação com menos vidas perdidas até o momento são Roraima (611), Acre (646), Amapá (688), Tocantins (840) e Mato Grosso do Sul (1.133).

Edição: Aline Leal – Agência Brasil

Hospital de Referência à Covid-19 (Antigo Alfa) atinge marca de 1,3 mil curados

Após completar cinco meses de funcionamento, o Hospital de Referência à Covid-19 em Boa Viagem – antigo Hospital Alfa – alcançou a marca de 1,3 mil pacientes recuperados da doença. A alta de Édna de Souza Rocha Gonzaga, de 53 anos, na manhã desta quarta-feira (16/09), pontuou o número. A paciente, que chegou ao Hospital de Referência em 11 de agosto, ficou 36 dias internada na unidade, entre leitos de UTI e enfermaria, e agora vai realizar o desejo de reencontrar os familiares, especialmente os três filhos e o neto.

“Durante o período que estive aqui fui muito bem tratada, mas não vejo a hora de estar novamente com minha família, com meus filhos.” Dona Édna conta que algumas vezes imaginou que o momento do reencontro não chegaria. “Eu pensei que não fosse vencer essa doença. Não desejo que ninguém passe por ela, e para quem está passando, meu conselho é que lute para se recuperar”, comentou.

André Gonzaga, filho de Dona Édna, a acompanhou na saída do Hospital. “Nós ficamos muito preocupados com ela durante a internação, mas os médicos sempre entravam em contato, dando notícias, informando sobre a recuperação dela, e é uma sensação indescritível reencontrá-la com saúde. Com certeza, chegando em casa, vamos festejar bastante”, disse, agradecendo também ao hospital pelo tratamento oferecido à mãe.

REFERÊNCIA – O Hospital de Referência em Boa Viagem funciona, hoje, com 100% de sua capacidade, tendo 230 leitos ativos – sendo 130 de enfermaria e 100 de UTI. O equipamento foi requisitado administrativamente pelo Governo de Pernambuco em março e, em tempo recorde, a estrutura, que estava sem energia elétrica, água encanada nem rede de gases, passou por ampla reestruturação e abriu as portas no dia 16 de abril, atuando de forma dedicada à atenção aos pacientes com a Covid-19. Atualmente, a unidade é a maior em número de leitos exclusivos para os casos do novo coronavírus, e tem papel fundamental no enfrentamento à pandemia em Pernambuco.

“Para garantir a assistência adequada aos pacientes com a Covid-19, o Governo do Estado, por determinação do governador Paulo Câmara, está fazendo o maior esforço sanitário e de mobilização de insumos, equipamentos e recursos humanos de nossa história. Foram mais de dois mil leitos abertos para o atendimento aos pacientes, sendo mais de 900 de UTI. E o Hospital Alfa, que em um curto espaço de tempo passou por uma grande readequação e teve que ser completamente equipado, é um exemplo desse esforço. A unidade, que hoje completa cinco meses, tem sido determinante para que possamos estar salvando vidas durante esta pandemia”, destaca o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo.

Brasil deve aderir a programa global de acesso à vacina contra a covid

Frasco rotulado como vacina contra Covid-19 em foto de ilustração 10/04/2020 REUTERS/Dado Ruvic/Illustration

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, disse hoje (10) que o Brasil estuda aderir ao programa Covax Facility, da Organização Mundial da Saúde (OMS), voltado para a promoção de acesso global à vacina contra a covid-19. 

O anúncio foi durante a videoconferência do Conselho de Governança do Access to Covid-19 Tools (ACT) Accelerator, grupo que reúne diversos países para acelerar o fim da pandemia do novo coronavírus (covid-19), por meio do desenvolvimento de testes, tratamentos e vacinas.

“Caso optemos pela adesão, o Brasil poderá ser o maior contribuinte. Gostaria de concluir colocando à disposição de todos a robusta capacidade de produção de vacinas e experiência do Brasil em oferecer acesso universal a serviços de saúde, incluindo vacinação a toda população brasileira”, disse Pazuello.

Hoje (10) foi a primeira reunião do conselho de governança do ACT, composto por 28 países, co-presidido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Comissão Europeia.

O Brasil aderiu ao programa de aceleração em junho e está entre os países com relevante tamanho de mercado no contexto internacional. Nessa mesma categoria, também estão México, China, Estados Unidos, Índia, Indonésia, Rússia e Coreia do Sul.

“Aderimos à iniciativa com o objetivo de apoiar esse esforço internacional em resposta ao desafio global imposto pela pandemia da covid-19”, disse Pazuello.

O ministro interino afirmou ainda que o Ministério da Saúde seguirá apoiando iniciativas voltadas para garantir o desenvolvimento e o acesso equitativo de diagnósticos, tratamentos e vacinas para a covid-19.

“Posso dizer com segurança que o Brasil sempre estará ao lado de qualquer iniciativa que promova o acesso justo e equitativo a diagnósticos, vacinas e tratamentos e o fortalecimento de sistemas de saúde”, disse.

 

Edição: Fernando Fraga – Agência Brasil

Campanha alerta para necessidade de prevenção do câncer de intestino

Com a mudança do padrão internacional de 50 anos para 45 anos de idade, por causa do aumento da frequência do câncer colorretal na população adulta , especialistas passaram a recomendar às pessoas que façam a prevenção da doença na faixa de 45 anos a 50 anos e não mais somente a partir dos 50 anos. Os casos têm aumentado em todo o mundo

“Acima dos 45 anos, é uma recomendação forte para fazer a prevenção. E acima dos 50 anos, é obrigatória a prevenção”, disse hoje à Agência Brasil  o coloproctologista Paulo Maurício Chagas Bruno, membro titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e diretor da Associação Brasileira de Prevenção do Câncer de Intestino (Abrapreci).

A morte do ator Chadwick Boseman, que interpretou o personagem Pantera Negra no cinema, em decorrência do câncer de cólon, serviu como alerta para a prevenção do câncer colorretal, que abrange o cólon e o reto. A necessidade de prevenção da doença que matou o ator aos 43 anos está sendo lembrada neste mês de setembro. Para informar a população sobre  hábitos que podem prevenir o câncer colorretal, a SBCP está promovendo a Campanha de Prevenção do Câncer de Intestino. Em razão da pandemia do novo coronavírus, a campanha será divulgada este ano no Facebook, no Instagram e no Portal da Coloproctologia.

A Abrapreci também está divulgando vídeos sobre a importância da prevenção do câncer colorretal, que é o terceiro e quarto mais frequentemente encontrado em homens e mulheres, respectivamente, informou Chagas Bruno. O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) estima que, em 2020, serão registrados no Brasil mais 40.990 casos da doença  – 20.520 em homens e 20.470 em mulheres –, com aumento de mais de 12% em relação ao índice anterior. “A incidência está realmente aumentando”, disse o médico.

Exames

Paulo Maurício Chagas Bruno explicou que, inicialmente, a prevenção em grande escala é feita em pesquisa de sangue oculto nas fezes por meio do exame de hemoglobina humana, que não precisa de dieta prévia. Se o resultado for positivo, o paciente deve fazer a colonoscopia, quando os médicos colhem material e tiram pólipos, que são precursores do câncer. Os pólipos de pequeno tamanho têm baixa malignidade, mas, à medida que vão crescendo, aumenta a possibilidade de tumor. A retirada dos pólipos reduz a incidência de câncer em quase 40% da população. Estima-se que, em média, 28% das pessoas com mais de 50 anos tenhampólipos no intestino. A colonoscopia é um exame de imagem feito com a introdução de um aparelho flexível do ânus até o intestino, com o paciente anestesiado.

O médico destacou também a importância de hábitos alimentares saudáveis, com o consumo de muitas frutas, legumes, verduras e cereais, que “diminuem substancialmente a incidência de câncer”. Ele alertou que carnes vermelhas e alimentos defumados e com conservantes “aumentam a incidência de câncer”; assim como o consumo de álcool em excesso. De acordo com o coloproctologista, a obesidade mórbida também é fator de aumento da incidência do câncer colorretal. Isso ocorre também com o tabagismo, hábito que chega a ampliar em 21% a incidência da doença em homens  e em 12% nas mulheres.

Para evitar o câncer colorretal, os especialistas recomendam ainda a prática de exercícios físicos regulares e a ingestão de muita água – cerca de 2 litros por dia.

Família

Chagas Bruno salientou ainda a incidência de câncer familiar, que acomete 10% da população e, em alguns grupos, chega a até 15% ou 20%. A maioria dos cânceres é esporádica, mas, se uma pessoa tiver algum parente de primeiro grau com câncer colorretal em torno de 50 anos de idade, a possibilidade de ele também ter essa doença é três vezes maior do que a população normal. Se o parente de primeiro grau tem câncer estiver com menos de 45 anos, isso aumenta em quatro vezes a possibilidade de alguém da família desenvolver o câncer.

O médico enfatiza que a prevenção do câncer colorretal, além de diminuir o sofrimento da família e do paciente, significa a redução de gastos com quimioterapia, radioterapia e cirurgia. Ele lembrou que, embora os convênios de planos de saúde e mesmo o Sistema Único de Saúde (SUS) paguem as cirurgias, existem elementos paralelos que encarecem muito o tratamento, como bolsas de colostomia, alimentação e medicamentos especiais, “com muito sofrimento psíquico”.

A pandemia da covid-19 levou muitas pessoas a protelar a realização de exames preventivos, interrompendo processos de diagnóstico. Por isso, a SBCP teme que o índice de câncer intestinal aumente, porque a demora na descoberta pode agravar a doença e dificultar o tratamento e a cura.

Preocupação

Estudo feito por pesquisadores da University College London, que se encontra em fase de revisão e será publicado no The British Medical Journal, confirma que os índices de câncer em geral tendem a piorar pelo fato de muitas pessoas terem adiado exames e tratamentos por receio do contágio da covid-19 em unidades de saúde.

Os pesquisadores britânicos analisaram dados semanais de oito hospitais, ou o equivalente a 3,8 milhões de pacientes, e chegaram à conclusão de que caíram 76% os encaminhamentos urgentes de pessoas com suspeita de câncer e 60% os agendamentos de quimioterapia em comparação com o período anterior à pandemia. A estimativa é que cerca de 30 mil pacientes com câncer recém-diagnosticado antes da pandemia morrerão em até um ano, na Inglaterra.

Sintomas

De acordo com a SBCP, o principal sinal de alerta para o câncer colorretal é a presença de sangue nas fezes, mas outros sintomas podem ocorrer, entre os quais alterações dos hábitos intestinais (diarreia ou prisão de ventre persistente), cólica, dor na região anal, fraqueza, anemia e emagrecimento. Ao notar qualquer desses sintomas, a recomendação é procurar um coloproctologista para diagnóstico e tratamento adequado.

Edição: Nádia Franco – Agência Brasil

Covid-19: Brasil tem 125,5 mil mortes e 4 milhões de casos acumulados

O Brasil chegou à 125.502 mortes por covid-19. Nas últimas 24 horas, foram registrados 888 óbitos. As informações estão na atualização diária divulgada pelo Ministério da Saúde na noite desta sexta-feira (4). Ontem, o painel do Ministério da Saúde marcava 124.614 óbitos. Ainda há 2.492 falecimentos em investigação.

De acordo com o balanço da pasta, desde o início da pandemia, 4.091.801 pessoas foram infectadas com o coronavírus. Entre ontem e hoje, as secretarias de saúde acrescentaram às estatísticas 50.163 novas pessoas diagnosticadas com a doença. Ontem o sistema de dados sobre a pandemia trazia 4.041.638 casos.

Ainda de acordo com a atualização, 688.056 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.278.243 já se recuperaram.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,1%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 59,7. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1947,1.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais morte foram São Paulo (31.091), Rio de Janeiro (16.467), Ceará (8.555), Pernambuco (7.619) e Pará (6.228). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (598), Acre (623), Amapá (670), Tocantins (730) e Mato Grosso do Sul (939).

Boletim epidemiológico covid-19
Edição: Liliane Farias – Agência Brasil

OMS espera que novo coronavírus acabe em menos de 2 anos

A Organização Mundial da Saúde (OMS) espera que a crise do novo coronavírus possa acabar em menos de dois anos, afirmou, em Genebra, o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

A gripe espanhola, que surgiu em 1918, levou dois anos para terminar, disse ele. Essa gripe matou mais de 50 milhões de pessoas em todo o planeta.

“Na nossa situação, agora com mais tecnologia, claro que com mais conectividade, o vírus tem mais chance de se difundir, pode se propagar rápido”, disse.

“Ao mesmo tempo, temos a tecnologia e o conhecimento para impedir isso”, observou.

Mais de 22,81 milhões de pessoas foram infectadas pela covid-19 em todo o mundo, e 793.382 morreram, de acordo com uma contagem da agência de notícias Reuters.

Covid-19: Petrolina fecha quinta-feira com mais 112 curados e sem registro de novos óbitos

Petrolina fechou esta quinta-feira (20) com um saldo de mais 112 pessoas curadas da covid-19. O boletim epidemiológico da prefeitura mostra que o registro de pessoas confirmadas com o novo coronavírus é de 3.932, sendo que 2.787 delas estão recuperadas. Esse percentual equivale a 70,9% do total de casos confirmados até o momento.

Mais 256 pessoas foram testadas para a covid-19 nesta quinta. Desse total, 68 positivaram: 40 pessoas do sexo feminino com idades entre 10 meses de vida a 76 anos, e 28 do sexo masculino, entre 06 a 73 anos. O boletim ainda mostra 3 resultados positivos de exames laboratoriais. São duas pessoas do sexo feminino, de 35 e 38 anos, e uma pessoa do sexo masculino, de 62 anos.

Foram 71 novos casos nesta quarta. Do total de confirmados até o momento, 3.209 foram por testes rápidos da prefeitura e 723 diagnosticados através de exames laboratoriais. Petrolina continua com 71 óbitos registrados.

Ocupação de leitos

A taxa de ocupação geral dos leitos de UTI da rede pública é de 33,9%. Dos 56 leitos disponíveis, 19 estão ocupados, sendo que 12 pacientes são de Petrolina e 7 de outras cidades da região. Os dados completos seguem em anexo.

Secretaria da Saúde de Petrolina divulga boletim da Covid-19 deste sábado

Petrolina fechou o sábado (15) com mais 2 casos confirmados da covid-19, todos por  exames laboratoriais, totalizando 3.690. São duas pessoas do sexo feminino, de 37 e 38 anos. As curas somam 2.298.

Desse total, são 3.193 casos do novo coronavírus. São 2.983 casos confirmados por testes rápidos da prefeitura e 707 diagnosticados através de exames laboratoriais. Petrolina continua com 65 óbitos.

Internamentos

A taxa de ocupação geral dos leitos de UTI da rede pública é de 41%. Dos 56 leitos disponíveis, 23 estão ocupados, sendo que 14 pacientes são de Petrolina e 9 de outras cidades da região. Os dados completos seguem em anexo.

Bairros

Os dados deste sábado mostram que são 126 comunidades com casos confirmados até o momento. A lista completa de localidades com casos confirmados pode ser conferida em anexo.

Covid-19: mais de 750 mil mortes em quase 21 milhões de casos em todo o mundo

A pandemia de covid-19 já fez pelo menos 754.649 mortes em todo o mundo desde que foi comunicado na China o surto da doença, no final de dezembro, segundo um balanço da AFP a partir de fontes oficiais. Segundo a agência de notícias francesa já foram oficialmente relatados mais de 20.962.510 casos de infecção, em 196 países e territórios, dos quais pelo menos 12.789.500 são agora considerados curados.

O número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de casos, porque alguns países testam apenas casos graves, outros utilizam testes principalmente para fins de rastreio, e muitos outros têm uma capacidade de teste limitada, avisa a AFP.

A agência indica que na quinta-feira foram registrados em todo o mundo 9.933 mortes e 291.893 novos casos de covid-19. Os países com maior número de novas mortes nos últimos balanços foram o Brasil (1.262 mortos) e os Estados Unidos (1.120). O Peru reviu o seu balanço em alta e anunciou mais 3.935 mortes, embora grande parte não tenham acontecido nas últimas 24 horas.

Os Estados Unidos são o país mais afetado, tanto em termos de mortes como de casos de covid-19, com 167.253 mortes e 5.254.878 casos registrados, de acordo com uma contagem da Universidade Johns Hopkins. Foram anunciadas pelo menos 1.774.648 pessoas curadas.

Depois dos Estados Unidos os países mais afetados são o Brasil, com 105.463 mortes em 3.224.463 casos, o México, com 55.293 mortos em 505.751 casos, a Índia, com 48.040 mortos em 2.461.190 casos, e o Reino Unido, com 41.347 mortes em 313.798 casos (inalterados desde quarta-feira).

No Reino Unido o número de mortes foi revisto em baixa (menos 5.429) devido a uma mudança na metodologia.

Entre os países mais atingidos pela doença a Bélgica tem o maior número de mortes em relação à população, com 86 mortes por 100.000 habitantes, seguida do Peru, com 78 mortes, Espanha (61), Reino Unido (61) e Itália (58).

A China, excluindo os territórios de Macau e Hong Kong, contou oficialmente com um total de 85.786 casos (1.030 novas infecções entre quinta-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes (nenhuma nova), com 79.462 recuperações.

A América Latina e Caribe totalizaram até agora 235.152 mortes em 5.929.075 casos. A Europa contava com 209.561 mortes (3.459.589 casos), os Estados Unidos e Canadá 176.303 mortes (5.375.906 casos), a Ásia 77.067 mortes (3.789.725 casos), o Oriente Médio 31.479 mortes (1.296.500 casos), a África 24.679 mortes (1.086.549 casos), e a Oceânia 408 mortes (25.172 casos).

O balanço da AFP foi feito com base em dados recolhidos pelas delegações da agência junto de autoridades de Saúde e em informações da Organização Mundial de Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.