Médico da UPAE/IMIP de Petrolina participa do 36º Congresso Brasileiro de Reumatologia

O médico especialista da Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina, Ramon Carvalho Cavalcanti, participou, de 4 a 7 de setembro, do 36º Congresso Brasileiro de Reumatologia que aconteceu em Fortaleza, no Ceará.
O encontro é uma promoção da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e contou com a participação de convidados especiais de 20 países.
Nesta edição, o congresso abordou temas como: arboviroses; atrite reumatoide: em busca da remissão; artrites microcristalinas: avanços terapêuticos; atividade clínica no Lúpus; comorbidades em artrite crônica; ética e humanidade; reumatologia no idoso; microbioma e reumatoterapia; entre outros.
O evento também abraçou o Fórum Osteoarthritis Research Society International (OARSI), simpósios, sessão de autógrafos e a sessão solene da Academia Brasileira de Reumatologia.
“Sem dúvida, uma oportunidade única de troca de conhecimentos, reciclagem e aprendizado”, garante o profissional. Dr. Ramon sempre busca estar ligado às novidades relacionadas a reumatologia e já levou o nome da UPAE Petrolina para a reunião anual do American College of Rheumatology, em San Diego na Califórnia; para o Congresso Europeu de Reumatologia, que aconteceu este ano em Madri, e agora para o Congresso Brasileiro de Reumatologia.
“É uma honra poder trazer esse conhecimento todo para um serviço público de saúde”, ressalta. O médico faz atendimento ambulatorial de reumatologia na UPAE Petrolina e presta um serviço especializado à população. ​

“A gente faz questão de apoiar e incentivar os nossos profissionais que, com iniciativas como essa, só fazem engrandecer o sistema público de saúde. Com certeza, esse é o SUS que dá certo”, enfatiza a coordenadora geral, Grazziela Franklin.

Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística lembra a importância do diagnóstico

Nesta quinta-feira (5) é comemorado o Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística. A data visa conscientizar a população, principalmente os gestores e os profissionais da área de saúde, sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado da fibrose cística.

Fibrose Cística é uma doença genética, que afeta os pulmões, pâncreas e o sistema digestivo. Um gene defeituoso e a proteína produzida por ele fazem com que o corpo produza muco de 30 a 60 vezes mais espesso que o usual. O muco espesso leva ao acúmulo de bactéria e germes nas vias respiratórias, podendo causar inchaço, inflamações e infecções como pneumonia e bronquite, trazendo danos aos pulmões. O muco também pode bloquear o trato digestório e o pâncreas, impedindo que as enzimas digestivas, necessárias para digestão dos nutrientes dos alimentos, cheguem ao intestino.

Não existe prevenção para a fibrose cística, apenas tratamentos para retardar sua evolução e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Em casos graves, pode causar infecções crônicas no pulmão, órgão mais suscetível a sofrer com a ação de bactérias e fungos. Pode, também, prejudicar o bom funcionamento do aparelho digestivo devido à possível insuficiência do pâncreas.

Devido ao fato de não haver cura, um diagnóstico precoce é fundamental para que os cuidados, que envolvem desde fisioterapia respiratória, tratamento da desnutrição, tratamento precoce de infecções e uso de enzimas pancreáticas, entre outros, possam ser iniciados o mais breve possível.

UPAE/IMIP de Petrolina finaliza mais um mutirão e diminui em até 85% a fila de espera para diversos exames e procedimentos

Foto: Ilustrativa
Foto: Ilustrativa

A Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina finalizou, no final de agosto, mais um mutirão. Em um mês o serviço realizou 1.012 exames e procedimentos, sendo 558 endoscopias, 270 eletroneuromiografias e 184 escleroterapias.

O último mutirão realizado pela UPAE havia sido em julho, mês de aniversário da Unidade. “No primeiro deste ano realizamos 302 cirurgias de catarata. Em agosto fizemos 1.012 exames e logo estaremos finalizando outro mutirão de cirurgias que está em curso”, esclarece a coordenadora geral, Grazziela Franklin.

“O último deverá encerrar em setembro/outubro e a expectativa é de que, ao total, sejam realizadas 266 cirurgias nas especialidades de otorrinolaringologia, cirurgia vascular e proctologia”, complementa.

Com essa iniciativa, a UPAE de Petrolina zerou a fila de espera por cirurgias de catarata e diminuiu em 85% a fila de espera pelos exames/procedimentos citados. “Sem dúvida é um avanço muito grande, onde o maior beneficiado é a população”, comemora a coordenadora.

Participam dos mutirões pacientes que já estão agendados e com os exames prontos. “Até porque não seria justo pegar novos pacientes e colocar na frente daqueles que já estão esperando”, destaca a enfermeira gerente da Bioimagem, Paloma Alves.

Por mês, a UPAE realiza, em média, 530 cirurgias, 2600 exames de imagem e 1215 exames laboratoriais. “Esse é o número que a gente faz normalmente por mês. Com o mutirão, em julho e agosto nós ultrapassamos todas as nossas metas e chegamos a 730 cirurgias, por exemplo. Essa é uma grande conquista”, garante Grazziela.

Setembro Amarelo alerta para o suicídio e a importância de cuidar da saúde mental

A cada 45 minutos um brasileiro tira a própria vida. Esse número já deveria ser suficiente para estimular as pessoas a se mobilizarem pela prevenção dessas mortes precoces, mas apesar dos avanços, os tabus, preconceitos e vergonhas ainda são adversários nessa luta.

Durante todo o mês de setembro diversas ações serão vistas em todo o Brasil, em um movimento chamado de Setembro Amarelo, para chamar a atenção da população para esse problema. O suicídio é um assunto complexo, pois ninguém se mata por um único motivo, mas a prevenção é possível e algumas ações podem ser feitas por todas as pessoas. Permitir que as pessoas desabafem e falem sobre seus sentimentos sem receber críticas é um meio de evitar que se pense na morte como solução para as dores.

A morte em si já é um tabu. Morte por suicídio costuma ser ainda mais, pois toca em questões de escolhas, crenças e barreiras sociais. Nesse sentido, muitas vezes há pouco debate e divulgação. Em junho deste ano o CVV lançou uma série de vídeos para se prevenir o suicídio entre jovens e adolescentes, faixa etária em que mais cresceram os índices de suicídio no país. É uma iniciativa para permitir que toda a população se engaje na causa e possa se capacitar para identificar sinais, pedir e oferecer ajuda. Os vídeos estão disponíveis no YouTube e para download no site do CVV.

Neste ano, diversos fatores levam a crer que o movimento Setembro Amarelo terá alcance recorde. A começar pelo fato de que o CVV chegou a 110 postos de atendimento em todo o país com mais de 3.000 voluntários em atuação. O movimento, no entanto, não é do CVV, mas o CVV é um dos seus mobilizadores desde o início. Quanto mais pessoas participarem das iniciativas, melhor para todos. Exemplos de ações são a iluminação em amarelo de prédios e monumentos, caminhadas e passeios ciclísticos, palestras e rodas de debate, ações dentro de empresas e distribuição de balões amarelos.

Por:Anna Monteiro

Assessoria de Comunicação – UPAE Petrolina

Serviço Social da UPAE/IMIP de Petrolina realiza sensibilização a favor do HEMOPE

O Serviço Social da Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina (UPAE/IMIP) realizou, de 12 a 18 de agosto, uma ação de sensibilização em prol do Hemocentro Regional (HEMOPE) com os seus usuários e pacientes, a fim de estimular as doações e aumentar o estoque do banco de sangue.

“Não estamos em época de campanha, mas percebemos a dificuldade do HEMOPE e resolvermos fazer esse trabalho educativo, já que o serviço social também tem esse papel. O estoque está baixo e a gente nunca sabe quando vai precisar. O beneficiado muitas vezes pode ser a gente mesmo, um parente, um vizinho, ou até alguém desconhecido. Então, o importante é doar”, ressalta a supervisora do setor, Nazaré Cunha.

O HEMOPE de Petrolina é um grande parceiro da UPAE. “Por isso, nós também reforçamos o pleito junto aos funcionários e colaboradores”, complementa. A ação foi desenvolvida no Pronto Atendimento (na sala amarela e vermelha) com o grupo de acompanhantes, e na Atenção Especializada (ambulatório) com palestras para os usuários.

Sobre a doação

O sangue não tem um substituto industrial, ou seja, não pode ser comprado. A doação de sangue é 100% voluntária e não causa prejuízos ao organismo. Uma única doação é possível salvar até quatro vidas, uma vez que o material é separado em diferentes hemocomponentes: concentrado de hemácias (glóbulos vermelhos), concentrado de plaquetas, plasma e crioprecipitado que podem ser utilizados em diversas situações clínicas.

De acordo com a CLT, os trabalhadores sob seu regime podem tirar uma folga por ano para doar sangue, conforme previsto no artigo 473 da Lei Trabalhista.

Para doar é preciso: Ter entre 16 e 69 anos; Pesar no mínimo 50kg; Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24h; Não ingerir bebidas alcoólicas nas 24h que antecedem a doação; Estar bem de saúde, sem gripe, resfriado ou febre há, no mínimo, 7 dias; Não estar em período de gravidez ou amamentação; Não ter feito tatuagem ou piercing nos últimos 6 meses; Não ter feito uso de drogas injetáveis; Não ter tido relação sexual em que tivesse risco de doenças sexualmente transmissíveis nos últimos 12 meses.

Para os doadores menores de 18 anos é necessário a presença e o acompanhamento de um dos pais ou responsável legal, durante o processo de doação. Caso o doador opte por realizar a sua primeira doação após os 60 anos, será necessária uma avaliação e aprovação prévia do médico acompanhante.Qualquer critério para a doação pode ser alterado pelo triagista, a quem cabe a autorização final.

O Hemope fica localizado na Rua Pacífico da Luz, centro, Petrolina. Telefone para contato: (87) 3866-6601. O atendimento ao público acontece de segunda a sexta, das 7h30 às 11h30.

Sarampo: Começa hoje vacinação preventiva em todo o país

Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

A partir desta quinta-feira (22), as crianças de seis meses a menores de 1 ano devem ser vacinadas contra o sarampo em todo o país. Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é preventiva e deve alcançar 1,4 milhão de crianças, que não receberam a dose extra, chamada de dose zero, além das previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses.

“Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral mais varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses”, esclarece o ministério.

A pasta enviará 1,6 milhão de doses a mais para os estados. O objetivo é intensificar a vacinação desse público-alvo, que é mais suscetível a casos graves e óbitos. A medida é uma resposta imediata do ministério devido ao aumento de casos da doença.

“Nós estamos preocupados com essa faixa etária porque em surtos anteriores foram as crianças menores de um ano que evoluíram para casos mais graves e óbitos. Por isso, é preciso que todas as crianças na faixa prioritária sejam imunizadas contra o vírus do sarampo, considerando a possibilidade de trânsito de pessoas doentes para regiões afetadas e não afetadas”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.

De acordo com o ministério, o país registrou nos últimos 90 dias, entre 19 de maio a 10 de agosto deste ano, 1.680 casos confirmados de sarampo, em 11 estados: São Paulo (1.662), Rio de Janeiro (6), Pernambuco (4), Bahia (1), Paraná (1), Goiás (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1) e Piauí (1). O coeficiente de incidência da doença foi de 0,80 por 100.000 habitantes.

Além de vacinar as crianças na faixa etária prioritária, o ministério, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde, também orienta estados e municípios a realizarem o bloqueio vacinal. Ou seja, em situação de surto ativo do sarampo, quando identificado um caso da doença em alguma localidade, é preciso vacinar todas as pessoas que tiveram ou tem contato com aquele caso suspeito em até 72 horas.

Levantamento alerta para consumo de álcool no país

O índice de consumo de álcool no Brasil é mais alarmante do que o do uso de substâncias ilícitas, segundo o 3º Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A pesquisa revelou que mais da metade da população brasileira de 12 a 65 anos declarou ter consumido bebida alcoólica alguma vez na vida.

Cerca de 46 milhões (30,1%) informaram ter consumido pelo menos uma dose nos 30 dias anteriores. E aproximadamente 2,3 milhões de pessoas apresentaram critérios para dependência de álcool nos 12 meses anteriores à pesquisa.

O levantamento que ouviu cerca de 17 mil pessoas com idades entre 12 e 65 anos, em todo o Brasil, entre maio e outubro de 2015, é apontado como um dos mais completos por sua abrangência. Pesquisadores da fundação afirmam, inclusive, que os resultados são representativos inclusive de municípios de pequeno porte e de zonas de fronteira.

Álcool e violência

A relação entre álcool e diferentes formas de violência também foi abordada pelos pesquisadores que detectaram que, aproximadamente 14% dos homens brasileiros de 12 a 65 anos dirigiram após consumir bebida alcoólica, nos 12 meses anteriores à entrevista. Já entre as mulheres esta estimativa foi de 1,8%. A percentagem de pessoas que estiveram envolvidos em acidentes de trânsito enquanto estavam sob o efeito de álcool foi de 0,7%.

Cerca de 4,4 milhões de pessoas alegaram ter discutido com alguém sob efeito de álcool nos 12 meses anteriores à entrevista. Destes, 2,9 milhões eram homens e 1,5 milhão, mulheres. A prevalência de ter informado que “destruiu ou quebrou algo que não era seu” sob efeito de álcool também foi estaticamente significativa e maior entre homens do que entre mulheres (1,1% e 0,3%, respectivamente).

Percepção de Risco

A percepção do brasileiro quanto às drogas atrela mais risco ao uso do crack do que ao álcool: 44,5% acham que o primeiro é a droga associada ao maior número de mortes no país, enquanto apenas 26,7% colocariam o álcool no topo do ranking.

Segundo coordenador do levantamento e pesquisador do Instituto de Comunicação e Informação em Saúde da Fiocruz, Francisco Inácio Bastos,os principais estudos sobre o tema, como a pesquisa de cargas de doenças da Organização Mundial de Saúde, não deixam dúvidas: o álcool é a substância mais associada, direta ou indiretamente, a danos à saúde que levam à morte”, afirmou Bastos.

“Tanto o álcool quanto o crack, porém, representam grandes desafios à saúde pública. Os jovens brasileiros estão consumindo drogas com mais potencial de provocar danos e riscos, como o próprio crack. Além disso, há uma tendência ao poli uso [uso simultâneo de drogas diferentes]. Por isso é tão importante atualizar os dados epidemiológicos disponíveis no país, para responder às perguntas de um tema como o consumo de drogas, que se torna ainda mais complexo num país tão heterogêneo quanto o Brasil”, advertiu.

Por: Agência Brasil

Jogos educativos tiram dúvidas sobre amamentação no HDM/IMIP em Petrolina (PE)

Durante a manhã desta sexta-feira (02), profissionais do Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina participaram de jogos educativos sobre o aleitamento materno. O hospital, que é Amigo da Criança, está realizando a Semana da Amamentação e hoje aconteceu o segundo dia de programação.

“De forma lúdica nós conseguimos promover uma verdadeira atualização sobre o universo da amamentação, já que tiramos dúvidas e abordamos também a parte teórica. Além disso, conseguimos tirar as pessoas do automático, sensibilizar e chamar a atenção para a causa”, comemora a coordenadora médica do Banco de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno (Biama), Flávia Guimarães.

Ivete Avelino de Souza e Francicleide Nunes de Souza, técnicas de enfermagem do Alojamento Conjunto, garantem que acertaram quase todas as perguntas. “Foi muito bom, pois relembramos muitas coisas. Apesar do Biama realizar sempre cursos, informação nunca é demais. Lá no setor nós apoiamos e incentivamos a amamentação e poder dar esse suporte às mães é muito importante”, consideraram.

O Agosto Dourado do HDM teve início no dia 01 com a quadrilha “Chora não Bebê” e o Forró do Peito e segue até o dia 10 com uma programação vasta e diversificada. “Ainda vamos ter uma exposição de fotos de mães amamentando e contando suas histórias. Vai ser lindo”, afirma Dra. Flávia.

Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina dá início à Semana da Amamentação

 Semana da Amamentação começou neste dia 01 de agosto em todo o mundo e o Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina deu início às suas atividades com a entrega do laço dourado (símbolo da campanha), a quadrilha “Chora não Bebê” e o Forró do Peito, com a participação especial da Dona Mamada e do forrozeiro Adãozinho de Rajada.

Logo cedo a Comissão de Amamentação do HDM deu as boas vindas aos profissionais ao som do sax de Geaze e Abraão. “Recebemos a todos com uma boa música, fazendo a entrega dos laços e o convite para o nosso Agosto Dourado”, destaca a coordenadora médica do Banco de Incentivo e Apoio ao Aleitamento Materno (Biama), Flávia Guimarães.

Em seguida, por volta de umas 10h, os personagens da quadrilha fizeram um tour pelo hospital convidando a todos para a festa que só terminou próximo ao meio dia. “Desde o ano passado que a gente abre a semana com essa quadrilha e não é por acaso. Escolhemos algo que é forte na nossa cultura para chamar a atenção sobre esse tema tão importante”, justifica.

O evento é sucesso e mobiliza grande parte do hospital. “Todos que podem participar, participam. A gente percebe um engajamento muito grande e isso nos deixa muito feliz. De uma maneira lúdica e divertida a gente consegue atingir um bom público”, reflete.

Participam funcionários, colaboradores, mães, crianças e acompanhantes. A pequena Ana Luísa da Silva Lima, de apenas 4 anos, foi uma das que não parou de dançar, mesmo com a limitação da cadeira de rodas. “Ela adorou e se divertiu muito”, garante a mãe, Maísa Lima Santos.

Luísa nasceu com uma síndrome rara que ainda não foi diagnosticada. No momento, ela faz tratamento no HDM para uma pneumonia. “Estamos aqui tem oito dias e essa é a primeira vez que a vejo feliz de verdade”, revelou.

Quem também aprovou a iniciativa foi a adolescente Fernanda O. de Jesus, do município de Itiúba. Ela deu a luz prematuramente a Laura Valentina de Jesus Paixão no dia 12 de julho. “Estou na Casa de Apoio e a minha bebê está no Berçário Externo. Adorei o momento de hoje e estou muito otimista, principalmente com o apoio que tenho recebido do hospital”, garantiu a mamãe de primeira viagem que não vê a hora de amamentar Laura em seu seio.

“Acredito que a nossa primeira missão foi cumprida. A de proporcionar um pouco de alegria as pessoas e o despertar para a nossa Semana da Amamentação. Esse é só o começo e até o dia 10 de agosto tem muito mais”, adiantou a médica já informando que ainda haverá roda de conversa, oficina psicossocial, bingo, entre outras atividades com as gestantes e puérperas.

Por:  ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO HOSPITAL DOM MALAN/IMIP – PETROLINA (PE)