Governo autoriza aumento de até 4,33% no preço de medicamentos

O governo federal autorizou reajuste de até 4,33% no preço dos remédios para 2019, já a partir deste domingo, 31. O aumento está publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União (DOU) de ontem em decisão da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). “As empresas produtoras de medicamentos poderão ajustar os preços de seus medicamentos em 31 de março de 2019, nos termos desta resolução”, diz o ato.

Diferentemente de anos anteriores, o reajuste em 2019 será linear para todos os tipos de medicamentos. Este ano, o aumento ficará um pouco acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No acumulado de março do ano passado até fevereiro deste ano, esse índice foi de 3,89%.

O Ministério da Saúde explica em nota que o porcentual não é um aumento automático nos preços, mas uma definição de teto permitido de reajuste. Com isso, cada empresa pode optar por aplicar o índice total ou menor. “Será uma correção igualitária para os três grupos de insumos: os de maior concorrência, concorrência moderada e concentrada”, diz a pasta. De acordo com o ministério, mais de 12 mil apresentações de medicamentos são comercializadas no Brasil.

Monitoramento

Outra resolução da Cmed, também publicada no Diário Oficial extra, dispõe sobre o monitoramento e liberação de critérios para o estabelecimento ou ajuste de preços dos medicamentos isentos de prescrição médica, medicamentos fitoterápicos, produtos tradicionais fitoterápicos e anestésicos locais injetáveis de uso odontológico. A norma “aplica-se a quaisquer pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado que atuem no mercado de medicamentos, dentre as quais, as empresas produtoras de medicamentos, representantes, distribuidoras de medicamentos e o varejo”.

Dentre outros pontos, a resolução classifica em três grupos os medicamentos passíveis de monitoramento e liberação dos critérios de estabelecimento ou ajuste de preços.

Pesquisa mostra que 53 rios estão com água imprópria para usos por conta da poluição e da precária condição ambiental

Em apenas 6,5% dos rios da bacia da Mata Atlântica, a qualidade da água é considerada boa e própria para o consumo, de acordo com relatório divulgado hoje (22), Dia Mundial da Água, pela Fundação SOS Mata Atlântica. Dos 278 pontos de coleta de água monitorados em um total de 220 rios, 74,5% apresentam qualidade regular, 17,6% são ruins e, em 1,4%, a situação é péssima. Nenhuma amostra foi considerada ótima.

A conclusão do relatório O Retrato da Qualidade da Água nas Bacias da Mata Atlânticaé que os rios estão perdendo lentamente a capacidade de abrigar vida, de abastecer a população e de promover saúde e lazer para a sociedade.

“Os rios brasileiros estão por um triz, seja por agressões geradas por grandes desastres ou por conta dos maus usos da água no dia a dia. Nossos rios estão sendo condenados pela falta de boa governança”, disse a especialista em água Malu Ribeiro, assessora da SOS Mata Atlântica.

A qualidade de água péssima e ruim, obtida em 19% dos pontos monitorados, mostra que 53 rios estão indisponíveis – com água imprópria para usos – por conta da poluição e da precária condição ambiental das suas bacias hidrográficas, segundo a fundação.

O relatório traz o balanço das análises feitas nos 220 rios, de 103 municípios dos 17 estados abrangidos pela Mata Atlântica. Nos 278 pontos monitorados, foram feitas 2.066 análises de indicadores internacionais que integram o Índice de Qualidade da Água (IQA), composto por 16 parâmetros físicos, químicos e biológicos na metodologia desenvolvida pela SOS Mata Atlântica.

Comparativo

A SOS Mata Atlântica considera que houve poucos avanços na gestão da água dos rios da bacia. Com o relatório deste ano, foi possível mensurar, pela primeira vez, a evolução dos indicadores de qualidade da água em todos os 17 estados abrangidos pela Mata Atlântica, comparando com o ciclo de monitoramento anterior, no ano passado, quando foram coletadas amostras em 236 pontos.

Considerando apenas os mesmos 236 pontos de coleta, os índices considerados regular (78% em 2018 e 75,4% em 2019) e ruim (17,4% em 2018 e 16,9% em 201) não apresentaram diferenças significativas. Já os pontos péssimos passaram de zero para três e os considerados bons de 11 para 15.

“[As contaminações] refletem a falta de saneamento ambiental, a ineficiência ou falência do modelo adotado, o desrespeito aos direitos humanos e o subdesenvolvimento”, disse Cesar Pegoraro, biólogo e educador ambiental da Fundação SOS Mata Atlântica.

Para melhorar o índice de qualidade das águas da Mata Atlântica, a entidade avalia ser fundamental que a Política Nacional de Recursos Hídricos seja implementada em todo território nacional, de forma descentralizada e participativa, por meio dos comitês de bacias hidrográficas.

A fundação ressalta que os rios que se mantiveram na condição boa ao longo de anos, comprovam a relação direta com a existência da floresta, de matas nativas e as áreas protegidas no seu entorno. “O inverso também está demonstrado por meio da perda de qualidade da água, nos indicadores ruim e péssimo obtidos quando se desprotege nascentes, margens de rios e áreas de manancial, com o uso inadequado do solo e o desmatamento”, avalia a SOS Mata Atlântica.

São Francisco

Entre os principais alertas feitos pela entidade a partir do resultado do estudo das amostras, está o fato de que o rio São Francisco já está contaminado com rejeitos da barragem Córrego do Feijão, da empresa Vale, que se rompeu em 25 de janeiro, no município de Brumadinho (MG).

Dos 12 pontos analisados no São Francisco, nove estavam com condição ruim e três, regular, o que torna o trecho a partir do Reservatório de Retiro Baixo – entre os municípios de Felixlândia e Pompéu – até o Reservatório de Três Marias, no Alto São Francisco, com água imprópria para usos da população.

Nesses pontos de coleta, a turbidez – transparência da água – estava acima dos limites legais definidos pela Resolução 357 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), para qualidade da água doce superficial. Em alguns locais, esse indicador chegou a alcançar duas a seis vezes mais que o permitido pela resolução.

Segundo a entidade, as concentrações de ferro, manganês, cromo e cobre também estavam acima dos limites máximos permitidos pela legislação, o que evidencia o impacto da pluma de rejeitos de minério sobre o Alto São Francisco.

“Os dados comprovam que o Reservatório de Retiro Baixo está segurando o maior volume dos rejeitos de minério que vem sendo carreados pelo Paraopeba. Apesar das medidas tomadas no sentido de evitar que os rejeitos atinjam o rio São Francisco, os contaminantes mais finos estão ultrapassando o reservatório e descendo o rio e já são percebidos nas análises em padrões elevados”, divulgou a SOS Mata Atlântica.

Indicador ANA

A Agência Nacional de Águas (ANA) afirma que os rios brasileiros têm Índice de Qualidade das Águas (IQA) – indicador que analisa nove parâmetros físicos, químicos e biológicos – considerado bom na maioria dos pontos monitorados, mas que o índice cai perto das regiões metropolitanas, sendo que várias delas coincidem com o bioma Mata Atlântica, e em alguns reservatórios do Semiárido.

“Vários fatores podem contribuir para a melhoria da qualidade da água. Ações de controle da poluição hídrica influenciam para a melhora do IQA, especialmente por meio do tratamento de esgotos, controle da poluição industrial e das práticas agrícolas. Variáveis climáticas, tais como mudanças prolongadas no regime de chuvas e no escoamento superficial, também têm o potencial de influenciar o indicador”, informou, em nota, a ANA.

Atlas Esgotos, lançado pela ANA em 2017, mostrou que os esgotos domésticos não tratados são uma grande fonte de poluição pontual no país, que influencia negativamente os níveis de oxigênio das águas.

Por: Agência Brasil

Rio São Francisco já está contaminado por lama da barragem de Brumadinho

Coletado entre os dias 8 e 14 de março.

Após decretar a morte do rio Paraopeba, por causa da lama que desceu da Barragem da Vale, em Brumadinho, na Grande BH, a Fundação SOS Mata Atlântica alerta para a contaminação do rio São Francisco.

Um levantamento feito, entre os dias 8 e 14 de março, comprovou que contaminantes mais finos estão passando pela barreira da hidrelétrica de Retiro Baixo, em Felixlândia (a 193 km de BH), e seguem descendo até a represa de Três Marias (a 271 km de BH), que deságua no Velho Chico.

O estudo, segundo o biólogo e educador da fundação Tiago Félix, tem o objetivo de esclarecer as dúvidas da população.

Diante dos questionamentos, decidimos analisar o impacto na região para informar a sociedade.

— Diversos setores da sociedade nos perguntavam sobre o rio São Francisco.

Segundo os dados, nove dos 12 pontos analisados entre Felixlândia e Pompéu, no ponto onde o Rio Paraopeba deságua no Rio São Francisco, já estão com água imprópria para o consumo da população.

Em alguns pontos, a falta de transparência da água, chamada de turbidez, está até seis vezes maior do que o permitido pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente. Metais como ferro, manganês, cromo e cobre também apresentam concentração acima do permitido pela legislação.

Por: R7

Além de ter muito açúcar, saiba quais os danos que o refrigerante pode causar

Uma latinha de refrigerante é cheia de açúcar, isso todo mundo sabe. Mas a fórmula carrega também outros elementos que fazem mal à saúde, enfraquecendo os órgãos e até favorecendo o aparecimento de algumas doenças. Além disso, a bebida não tem valor nutricional e contém elevadas quantidades de sódio, que contribui com a retenção de líquidos, o aumento de peso, a barriga estufada e as pernas inchadas.

A maior parte dessas bebidas é feita a partir de ácido fosfórico, xarope de milho e potássio, substâncias que podem causar vários problemas de saúde. Veja alguns malefícios:

1. Diabetes e aumento de peso
Uma lata de refrigerante contém cerca de 10 colheres de sopa de açúcar – a quantidade exagerada no sangue diminui a ação da insulina no organismo. Quando os níveis aumentam muito rapidamente, é normal sentir mais fome. Se ingeridas regularmente, essas bebidas podem, inclusive, levar ao desenvolvimento de diabetes.

2. Enfraquecimento dos ossos e dentes
A maioria dos refrigerantes contém uma elevada quantidade de ácido fosfórico, substância que impede o corpo de absorver o cálcio necessário para fortalecer os ossos: por isso, pessoas que consomem a bebida regularmente podem desenvolver cáries e osteoporose. O ácido fosfórico também dificulta o trabalho do estômago para produzir ácido gástrico, atrasando o processo de digestão e a absorção de nutrientes.

3. Pedras nos rins
Devido à acidez dos refrigerantes, o corpo também precisa usar o cálcio que seria utilizado nos ossos para facilitar a digestão e equilibrar o pH. Os rins precisam eliminar o cálcio utilizado nesse processo,  aumentando o risco de formação de pedras no órgão, por conta do acúmulo da substância no seu interior.

4. Aumento da pressão arterial
A bebida pode levar a um aumento gradual da pressão arterial, especialmente devido às elevadas quantidades de sódio e de cafeína. Além disso, vários estudos indicam que o consumo excessivo de frutose, o açúcar presente nos refrigerantes, também é uma das principais causas da condição.

5. Câncer
Por ser rico em açúcar, tomar muito refrigerante aumenta o risco de câncer mesmo em pessoas que estão dentro do peso. Além disso, o seu consumo favorece o ganho de peso e o desenvolvimento de diabetes, problemas que também estão relacionados a um maior risco de câncer.

Por que grávidas e crianças não devem tomar?
O refrigerante faz mal na gravidez porque causa desconforto abdominal, contribui para o aumento de peso e pode provocar retenção de líquidos. Além disso, as variedades à base de cola têm muita cafeína (durante a gestação, o consumo não pode ultrapassar 200mg por dia), A bebida também deve ser evitada na amamentação, pois a cafeína passa para o leite materno e pode provocar insônia no bebê.

Um dos componentes dos refrigerantes tipo cola, o ácido fosfórico ou fósforo,retira cálcio dos nossos ossos, que ficam mais fracos. Ou seja, maior o risco de osteoporose, principalmente em mulheres.

Nas crianças, o refrigerante pode dificultar o desenvolvimento físico e mental, assim como facilitar o aparecimento de doenças como obesidade e diabetes.

(Com informações do portal Tua Saúde)

Mais de 3 mil moradores serão beneficiados com novo posto de saúde da comunidade São Jorge, em Petrolina (PE)

Os moradores do São Jorge se acostumaram por muitos anos a andar vários quilômetros para receberem atendimento médico e odontológico. Essa rotina desagradável chegou ao fim na noite desta quarta-feira (13), quando o prefeito Miguel Coelho inaugurou o novo posto de saúde na comunidade. A estrutura é a 11ª unidade entregue pela Prefeitura de Petrolina desde o ano passado.

O posto conta com consultórios médicos e odontológicos, farmácia, sala de vacinas e procedimentos, além de recepção. A unidade de saúde atenderá cerca de 3.300 moradores, de segunda à sexta, nos horários das 7h às 17h. Com o novo equipamento, além de aproximar o atendimento médico da comunidade do São Jorge, diminui-se a carga sobre a unidade do Dom Avelar, que antes recebia a população de toda a região.

O prefeito Miguel Coelho reforçou o compromisso de reestruturar a saúde básica de Petrolina e adiantou que mais equipamentos serão abertos na cidade. “Entregamos, por meio da plataforma Petrolina Cuida, 11 postos de saúde, 13 ambulâncias e zeramos as filas por cirurgias e exames. Tudo isso, após encontrar um cenário de dívidas e estrutura deteriorada. Se antes fecharam mais de 20 postos de saúde, vamos seguir no caminho contrário, abrindo mais unidades e levando o médico e o dentista para perto de quem precisa”, defendeu o prefeito.

Moradora do São Jorge há 22 anos, Michele Batista afirmou estar emocionada com a chegada de um posto de saúde ao local. Para ela, o equipamento perto de casa poderá fazer a diferença na vida da comunidade. “Sempre esperamos esse posto de saúde. Mês passado, meu pai passou mal e não tinha esse serviço para socorrer. Pude perceber a falta que faz algo assim e este posto é um dos primeiros benefícios, em muitos anos, que nossa comunidade recebe. Portanto, tem um significado muito especial e serei grata ao prefeito por olhar para a gente”, agradeceu a moradora.

Prefeitura vai distribuir preservativos aos foliões em Petrolina para brincarem um carnaval seguro

Com o carnaval chegando, a Prefeitura de Petrolina também planeja ações para orientar a população sobre o sexo seguro durante a folia. As atividades serão coordenadas pelo Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), que sob o slogan do Ministério da Saúde, “Pare, pense e use camisinha”, irá distribuir preservativos feminino e masculino nos circuitos da festa.

Este ano, a ação desenvolvida através da Secretaria de Saúde, irá distribuir o material em barracas de ambulantes e no stand da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, para que o folião possa pegar o que for necessário à sua proteção. “É um momento de festa, de alegria, mas que deve ser aliado ao cuidado, que é usando o preservativo nas relações sexuais que se previnem as Infecções Sexualmente Transmissíveis/AIDS e hepatites virais”, frisa a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro.

A ação faz parte da agenda de mobilizações promovidas pelo CTA ao longo do ano. O órgão funciona realizando testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites virais, que ficam prontos de 15 a 30 minutos. Caso o resultado seja positivo para alguma das infecções, o cidadão é encaminhado ao Serviço de Atendimento Especializado (SAE) para iniciar o tratamento.

O CTA disponibiliza ainda a Profilaxia de Pós Exposição ao HIV (PEP), esse procedimento consiste no uso de medicação em até 72 horas após qualquer situação em que exista risco de contato com o HIV, a exemplo de relação sexual sem o uso de camisinha. “Apesar de existir o PEP, é importante lembrar que ele não é um substituto do preservativo, é uma medida emergencial mediante a um comportamento de risco”, destaca Marlene.

Cuide de sua saúde, “preservativos devem ter o selo do Inmetro” – Ibametro orienta como aproveitar a folia em segurança

O Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), órgão delegado do Inmetro na Bahia, orienta foliões para aproveitar a folia com segurança. Em algumas cidades como Juazeiro da Bahia, o Carnaval já tomou conta das ruas. “Mesmo nesse período de descontração, é importante seguir essas dicas do Inmetro para que se possa aproveitar a festa ou viagem em segurança”, destaca o diretor-geral do Ibametro, Randerson Leal. Confira:

Fantasias e adereços

– As fantasias devem obrigatoriamente ostentar a etiqueta têxtil, pois nela constam: as informações sobre a composição do tecido, importantes para que sejam evitadas reações alérgicas; dados sobre origem do produto e identificação do fabricante; e cuidados necessários na lavagem e conservação do tecido.

– Nas fantasias infantis, evite: cordões fixos ou ajustáveis, pois eles podem prender em objetos e sufocar a criança; botões pequenos, lantejoulas e adesivos, que podem ser engolidos e causar engasgamento; zíperes sem proteção, que podem prender a pele; velcros que podem cortar a pele.

– Muitas fantasias vêm com máscaras ou com acessórios. Os acessórios de fantasia são classificados como brinquedo e, portanto, devem apresentar o selo do Inmetro. Máscaras, por exemplo, podem causar asfixia e outros brinquedos podem ter peças pequenas que podem ser engolidas. Assim, verifique a faixa etária, descrita na embalagem do produto, e lembre-se sempre de procurar o selo do Inmetro na embalagem.

– Acessórios de modas e joias de fantasias (tiara de princesa, colares, tornozeleiras, chapéu, bigode, espada, óculos) são classificados como brinquedo e, portanto, devem apresentar o selo do Inmetro. Assim, verifique a faixa etária, descrita na embalagem do produto e a presença do selo.

Preservativos:

Os preservativos são regulamentados pela Anvisa. O Inmetro é responsável pelas regras do programa de certificação. Antes de comprar, verifique:

– A marca do Inmetro e do organismo de certificação, assim como a data de validade e instruções de uso.

– Se o preservativo é vendido em pacotes com uma unidade ou várias, mas nunca de forma avulsa, o que é autorizado apenas em campanhas do Ministério da Saúde.

Segurança em casa e em viagens:

Nessa época do ano muitas pessoas viajam e se hospedam em casas, que costumam abrigar mais pessoas do que em dias comuns, ou pousadas. Por isso, é importante ter certos cuidados para evitar acidentes.

– Evite ligar muitos aparelhos na mesma tomada, mesmo com adaptadores e benjamins, principalmente na ausência do padrão brasileiro de plugues e tomadas. Há risco de choques elétricos, curto-circuitos e até incêndios.
– Crianças não devem ficar próximas aos fogões e deve-se tomar cuidado com panelas que não tenham superfície plana, que correm risco de escorregar e cair, provocando queimaduras.

– Cuidado com o tombamento de móveis e eletrodomésticos! É um acidente muito comum com crianças. Verifique se estão fixos na parede ou no chão os móveis que correm o risco de tombar, como estantes e cômodas; observe se a TV está sobre um móvel robusto e estável, adequado para suportar seu tamanho; TVs de tela plana devem ser afixadas diretamente na parede, num painel ou num móvel, conforme instruções do fabricante para garantir que elas estejam presas de forma segura.

Você sabia que o Inmetro possui uma cartilha de segurança com essas e outras orientações? Acesse já e saiba como manter sua casa segura.

Fique ligado:

Em caso de acidentes de consumo envolvendo fantasias ou qualquer outro produto ou serviço, faça o relato no Site do Ibametro, link Relate o seu Acidentes de Consumo (http://www.ibametro.ba.gov.br).

Ascom – Ibametro

Carnes de frango com risco de contaminação por salmonella são recolhidos pela BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão

A empresa brasileira de alimentos BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, anunciou hoje (13) o recolhimento de aproximadamente 164,7 toneladas de carne de frango in natura destinadas ao mercado doméstico, e de outras 299,6 toneladas do produto que seriam vendidas para outros países. Em comunicado ao mercado, a companhia informa que a carne pode estar contaminada pela bactéria Salmonella enteritidis.

Já estão sendo recolhidos do mercado nacional coxas e sobrecoxas sem osso, meio peito sem osso e sem pele (em embalagens de 15kgs), filezinhos de frango (embalagem de 1kg), filé de peito (embalagem de 2kg) e coração (embalagem de 1kg).

Os lotes possivelmente contaminados foram produzidos nos dias 30 de outubro de 2018 e entre 5 e 12 de novembro de 2018, na unidade de Dourados (MS), e receberam o carimbo de inspeção do Serviço de Inspeção Federal (S.I.F. 18 ), vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o que pode ser verificado na embalagem dos produtos.

Por precaução, a BRF optou por recolher todos os lotes. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foram informadas do ocorrido e da decisão da empresa.

A empresa já iniciou o inventário e recolhimento dos produtos que se encontram em rota ou junto aos clientes no mercado interno e externo. Além disso, destacou um grupo de especialistas para investigar as origens do problema a fim de adotar  medidas para que a contaminação não volte a ocorrer.

A produção da fábrica de Dourados está mantida, mas, de acordo com a BRF, “sob um processo rigoroso de manutenção e liberação dos produtos”. O objetivo é assegurar que a ocorrência foi pontual e não se repetirá.

A BRF garante que a Salmonella enteritidis não resiste ao tratamento com calor, sendo eliminadas quando os alimentos são cozidos, fritos ou assados – o que, lembra a empresa, é a regra no consumo de produtos de frango in natura. Caso os alimentos não sejam devidamente preparados, a bactéria pode causar infecção gastrointestinal. Os sintomas mais comuns são: dores abdominais, diarreia, febre e vômito.

Água do Rio Paraopeba já apresenta risco à saúde. São os resultados iniciais do monitoramento feito pelo governo mineiro

As secretarias estaduais de Saúde, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais informaram que a água do Rio Paraopeba apresenta riscos à saúde humana e animal.

Os resultados iniciais do monitoramento feito pelo governo mineiro, após o rompimento da Barragem B1, Mina do Feijão, em Brumadinho, mostra os riscos. Com isso, por questão de segurança, até que a situação seja normalizada, as pastas não recomendam a utilização da água bruta do Rio Paraopeba para qualquer finalidade.

Embora o contato eventual com a água não cause risco de morte, as secretarias alertam que deve ser respeitada uma área de 100 metros das margens. Os bombeiros, que têm trabalhado em contato mais direto com o solo, conforme a Secretaria de Saúde, precisam utilizar todos os equipamentos de segurança.

Abastecimento

Para atender à população, o governo de Minas Gerais determinou que a Vale forneça água potável às comunidades atingidas. Junto com essa medida, a empresa suspendeu a necessidade de emissão de outorga para a perfuração de poços artesianos. Em outra frente, servidores da Secretaria de Agricultura estão percorrendo 20 municípios da região para recomendar que a água dos rios locais não seja utilizada.

Orientação

O governo de Minas recomendou ainda que qualquer pessoa que tenha tido contato com a água bruta do Rio Paraopeba, depois da chegada da pluma de rejeitos, ou ingerido alimentos que também tiveram esse contato, e apresentar náuseas, vômitos, coceira, diarreia, tonteira ou outros sintomas deve procurar a unidade de saúde mais próxima.

A orientação é para a área que vai desde a confluência do Rio Paraopeba com o Córrego Ferro-Carvão até Pará de Minas. Segundo o governo, no município de Pará de Minas há outro manancial que serve de alternativa para o abastecimento da cidade.

Com informações da Agência Brasil

Dieta do ovo: confira os benefícios e como funciona o regime da moda

Quem vive ligado nas dietas da moda já deve ter ouvido falar no regime popular do momento: o do ovo. Consistindo basicamente em ingerir dois ovos de manhã e uma dieta balanceada no resto do dia, o método tem adeptos que garantem ser possível perder até 14 kg em duas semanas.

“Estudos mostram que quando se consome mais proteína de manhã, o organismo modula a saciedade no restante do dia. Uma melhor produção de serotonina logo cedo, o que acontece por meio da gordura e proteína do ovo, ajuda a equilibrar as taxas, que caem ao longo do dia”, explica o nutricionista Renato França. Com a fome controlada, fica mais fácil comer porções menores durante o restante do dia e, consequentemente, emagrecer.

O interessante do ovo é ser um alimento versátil: a maioria dos brasileiros tem dificuldade em ingerir um bife ou filé de frango logo no café da manhã, mas aceita bem um omelete ou ovo frito, que podem ser consumidos com pão. Na dieta, as duas unidades são acompanhadas de uma fruta cítrica ou castanhas, dependendo da versão.

O profissional explica ainda que o colesterol do ovo não é perigoso e é possível comer muitos por dia, pois o corpo humano só absorve uma pequena parte da substância. Outro ponto importante é que cada unidade do ovo tem apenas seis gramas de proteína, contra 26 de um hambúrguer, por exemplo.

“Nem todo paciente consome a quantidade mínima de ovos, é preciso acompanhamento nutricional para decidir os valores ideais para cada um. É difícil dizer por quanto tempo dá para seguir uma dieta genérica, mas o ovo não é o problema”, completa Renato.

Veja um exemplo de três dias do regime:

Dia 1:
Café da manhã: café sem açúcar + 2 ovos cozidos + 5 castanhas de caju
Lanche da manhã: 1 maçã
Almoço/jantar: 1 filé de frango com molho de tomate, azeite e arroz de couve-flor com legumes
Lanche da tarde: 1 iogurte natural com chia

Dia 2:
Café da manhã: 1 xícara de chá branco + 2 ovos mexidos na manteiga
Lanche da manhã: 1 pera
Almoço/jantar: omelete com 2 ovos e recheio de frango, tomate e orégano
Lanche da tarde: café sem açúcar + 2 fatias de queijo coalho ou minas

Dia 3:
Café da manhã: café sem açúcar + omelete de 2 ovos e queijo
Lanche da manhã: 2 fatias de melancia
Almoço/jantar: peixe ao forno com legumes e azeite
Lanche da tarde: 1 iogurte natural + 1 ovo cozido